Trailer de Star Excess

13 de outubro de 2019 Deixe um comentário


Falando em jogos de navinha, tem este projeto nacional chamado Star Excess do estúdio Super16Bits que será lançado na Steam no dia 21 de Novembro. O jogo conta com três naves jogáveis, modo multiplayer cooperativo e opta por sete fases cujas ondas de inimigos vem em ordem aleatória.

Pelo trailer ele parece um bullet hell decente, apesar do chefe com ponto cego em seu padrão de ataques que aparece no marco de 26 segundos. Vamos presumir que aquilo foi gravado no modo fácil, haha.

Arkagis Revolution, um shmup homebrew para o Mega Drive

13 de outubro de 2019 Deixe um comentário


Arkagis Revolution é um jogo de navinha em desenvolvimento para o Mega Drive pelo Sik, o mesmo sujeito que criou o Miniplanets. Ele tem a audácia de citar aquele chavão do Alien Soldier que era um slogan japonês do próprio Mega, de que vai botar fogo no processador do console, e traz tiroteios frenéticos combinados com uma mecânica de rotação da câmera.

Ironicamente, a primeira coisa que chama atenção, ainda no tutorial, é simplesmente o fato que os diálogos são todos com voz e até bem audíveis. Os controles são nada complicados: é só segurar B para atirar e os botões A e C para rodar a câmera enquanto guiamos a navinha pelos labirintos. Os inimigos básicos representam pouca ameaça e podem tomar dano de bem longe da câmera, enquanto que dá para avançar pelas fases mesmo sem olhar o mapa no menu de pausa só por intuição e seguindo os checkpoints.

É nas batalhas contra chefes que Arkagis Revolution fica excitante de verdade, pois eles tem alto poder de fogo e tornam-se cada vez mais velozes e erráticos conforme tomam dano. O jogo vira uma espécie de Serious Sam nesses momentos, nos fazendo recuar em círculos pelo cenário até vencer o inimigo.

Pra quem não tem jeito com shmups, a velocidade do jogo pode ser manipulada a qualquer momento pelo menu de pausa, mas a opção de dificuldade só pode ser alterada pelo menu de opções mesmo.

A demonstração atual tem duas fases além do tutorial, e ainda não há informações oficiais a respeito de data de lançamento, mídia física ou preço.

Demo de OTHER: Her Loving Embrace

11 de outubro de 2019 Deixe um comentário


Topei com a demo e campanha de Kickstarter de OTHER: Her Loving Embrace, um RPG ligeiramente inspirado em Earthbound/Mother, como é de costume entre os indies, que eu lembro de ter visto com interesse uma vez só há tempos no Twitter. O jogo conta uma historinha sinistra sobre um menino chamado Gershom que, com a ajuda de um mago mascarado, investiga uma invasão de espíritos em sua vila.

Trata-se de uma mistura de RPG com jogo de ação-plataforma, onde aplicamos altas sequências de golpes em inimigos imóveis durante um curto período e depois esquivamos de seus ataques no turno seguinte. Os controles são simples e a dificuldade no capítulo disponível é razoável, mas é bom olhar o tutorial no começo para entender como se esquivar, carregar a barra de especial e como causar dano de forma eficiente em apenas 5 segundos.

Nas batalhas críticas da trama, o jogo dispensa o menu e vira pura ação, sem opção de magias com minigame de reflexo ou items de cura. Ainda assim, elas seguem o mesmo ritmo de se esquivar de ataques até o inimigo ficar indefeso e então meter porrada nele. No geral, OTHER lembra um bocado o Undertale, só que com os turnos de ataque divertidos.

Fora o combate, há diversos quebra-cabeças de empurrar blocos nas partes de exploração, é claro. Na segunda metade eles são combinados com uma magia de teletransporte, e há alguns bons equipamentos e habilidades extras para quem passar o pente fino nos calabouços. A campanha no Kickstarter já está na metade da meta após a primeira semana, então certamente veremos este jogo pronto no futuro.

-Link para a demo-

Teaser 1 de Brasonic 20XX

7 de outubro de 2019 Deixe um comentário


Saiu um trailer novo do remake do clássico da internet brasileira, o fangame Brasonic que conta sobre a luta do ouriço auriverde contra a corrupção e histeria no país. O jogo parece estar num estado avançado, com diversas fases e chefes como CATASTROPIVARA e TATURREMOTO demonstrados durante o vídeo.

SAGE 2019, post 3

6 de outubro de 2019 1 comentário

(post anterior)

Acabou a SAGE e eu fiquei alguns dias fora do ar por causa do computador estar com o maldito “clique da morte” que impede o HD de funcionar, e ainda por cima com este calor é capaz dele sobreaquecer e resetar repetidamente mesmo que ligue, causando mais cliques ainda. Mas enfim, voltando ao raciocínio…

Dunkehr

Dunkehr é um jogo de ação bem gostoso de jogar, e traz um guerreiro ratel para nosso controle. A jogabilidade tem dois botões de ataque, mais o pulo e a esquiva. Como todo bom jornalista de videogame eu ignorei completamente o manual no menu de pausa mas ao contrário deles fui testando as várias combinações de comandos conforme jogava. Os diversos inimigos devem ser tratados com cautela, pois estão em posições estratégicas e podem aplicar combos no Dunkehr. Para lidar com isso, é só confiar que as presas mais afiadas ganham, pois isso é Killing Bites, meus chapas.

Mas sério, o texugo-de-mel conta com seus próprios combos, golpes de longo alcance, uma rasteira útil contra inimigos que usam escudo e um especial que causa dano espetacular, sendo que a barra de vigor a ser gasta para isso enche fácil, fácil. Nem precisa usar muito a esquiva para empalar os inimigos nas costas, mas tá aí pra quem gosta. Ao finalmente ler o manual no menu de pausa, também descobri que o ataque fraco pode aparar os golpes dos inimigos para tonteá-los, e que há um especial alternativo que fortifica o herói.

Fora isso, há diversas extensões da barra de vida escondidas pela única fase da demo e morrer só manda o Dunkehr de volta pro checkpoint anterior sem mais punição alguma. O jogo não é nem de longe tão difícil quanto estão dizendo por aí, e tampouco tem “os piores controles da SAGE 2019”. Só as musiquinhas em MIDI que enchem o saco.

Também tem um modo Versus para dois jogadores, mas isso eu não pude testar.

Starbuster

Starbuster é puro Mega Man Zero. Tem sabre, tem pistola, tem powerups escondidos que modificam as propriedades das armas, pulos nas paredes… Simplesmente isso. Tudo funcionando muito bem e dentro do esperado por duas fases nesta demo, e com direito a três chefões. Depois de jogar, li melhor as instruções e descobri que aqui também tem aparação de golpes por meio do sabre. Dá até pra aparar os trens que passam pela segunda fase!

Teabat!

Em Teabat!, um morcego bonitinho deve saltitar por diversas áreas em busca de bules de chá. Conforme avançamos os mapas são revelados no topo da tela, e observando eles é possível deduzir onde podem estar os bules. Para terminar a demo, é preciso apanhar 30 e alcançar um portão especial que se encontra algumas telas depois que vencemos um chefe de fase.

O jogo diverte pela simplicidade e tem um visual carismático que remete ao Game Boy Color. Com as xícaras espalhadas pelos cenários, é até possível comprar paletas de cores para modificar o visual. Também vale notar que há um port para smartphones Android disponível.

SAGE 2019, post 2

30 de setembro de 2019 2 comentários

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Open Surge

É uma honra eu estar dividindo espaço com o Open Surge do conterrâneo Alexandre Martins na lista de destaques da SAGE que há no fórum da SFGHQ, visto que foi com o Sonic Universe 2 e a Gaming Brasil que eu comecei a acompanhar a cena indie de videogames dentro e fora do país, além de ter publicado o Bolinha 1 naquele fórum em 2006.

Pois bem, Open Surge começou há varios anos como um fangame de Sonic mesmo, chamado Open Sonic, e agora tem esse coelinho laranja como protagonista. A jogabilidade funciona ok e tem duas zonas com mistura de coisas originais e dos Soniques 1, 2 e CD… mas isso é uma fachada para demonstrar o potencial de sua engine, que é código aberto e pode ser completamente modificada pelos usuários que aprendam a linguagem usada nela, a SurgeScript.

O @lex tem vários videos demonstrando como programar em SurgeScript no canal de Youtube dele, sendo que o primeiro foi publicado há um ano.

Sondro Gomez: A Wonderworld Story

Ainda que o Kyle & Lucy Wonderworld não esteja presente neste ano, apareceu este spinoff-prequela 8-bits focado num protagonista diferente. A base de Sondro Gomez é Castlevania e a demo tem três fases bem compridas, mas sem os chefes prontos.

Além de ser um usuário do saudoso chicote, o Sondro pode obter três tipos de equipamentos pelos sinos azuis espalhados pelas fases: asas para dar pulo duplo, uma bota-de-Goomba para pisotear inimigos e garras que lhe permitem escalar paredes. Claro que as asas são as mais úteis, mas há segredos e caminhos alternativos que só podem ser acessados com os outros items.

Mesmo com o jeito de Castelo da Vânia e com 4 HP de vida, a dificuldade do jogo é bem tranquila com suas vidas infinitas e os checkpoints periódicos.

Sonic Speed Course

Há um tempo descobriram e dumparam pra emulação uma versão alternativa de Special Tee Shot, um jogo de minigolfe que deu origem ao Kirby’s Dream Course. Por coincidência ou não apareceu este clone com a bolota azul no lugar da rosa, que foi programado em 10 dias.

Já pararam pra pensar em como o Kirby tem melhores jogos dedicados inteiramente ao conceito de bolinha-de-gude do que o personagem que fundiu com maestria esse brinquedo com o gênero de ação-plataforma? Isso não me deixa dormir de noite.

Mas enfim, o Sonic Speed Course é… um jogo que simplesmente não rodou na minha carroça aqui mas que eu queria mencionar de qualquer jeito. O notebook já desligou sozinho ontem enquanto eu jogava Pizza Tower e ele sofre de clique da morte no HD, então é bom não correr riscos jogando até coisas vagamente pesadas. Malz aí.
…E assim não vai dar pra testar o XF Drive do LakeFeperd…

Mr. Triangle Mania 2

Mr. Triangle Mania 2 é um joguinho de plataforma e tiroteio com uma história zoada cheia de palavrão apesar dos personagens geométricos e caricatos, memes e referências a Undertale e Deltarune. Mas além disso é um jogo de ação baita divertido também, e é do criador do Dash Cats que sumiu da SAGE faz um ou dois anos. Tem três personagens jogáveis com habilidades específicas e a demo dura três longas fases.

A terceira fase, em particular, resolve virar a Turbo Tunnel de Battletoads. A Jump-Jump-Slide-Slide de Mega Man 8. Se não fizer os pulos direitinho e acertar os alvos no caminho sem ficar sem munição é morte na certa, e ainda tem um chefe dureza no final que eu tive que enfrentar com um frame rate inconsistente.

Demorei MEIA HORA nessa fase e cheguei a pensar em desistir, mas ainda tenho alguma honra em meu ser e já vi pamonhas falando mal da dificuldade do Cosmic Boll por aí por muito menos. Quando foi a última vez que um algoz gamístico me trouxe tanta satisfação? O Sans em 2015? Na verdade, enquanto escrevo estes parágrafos percebo que nem jogo videogame direito mais para aliviar as frustrações da vida, até porque o meu celular com emuladores tá com o botão de liga-desliga sem contato. O WordPress me deu parabéns pelos 10 anos de blog agora e isso só me deprime mais.

Há, a palavra “wordpress” é corrigida com a parte “press” em maiúsculo se eu digito errado mas não se eu digito a marca inteira em minúsculas.

(próximo post)