Archive

Archive for the ‘Gaming Nikki’ Category

O que joguei em 2012

12 de dezembro de 2012 8 comentários

12/12/12, 12:12. A última data com esse formato que presenciaremos. Bom dia, retrogamers. No dia 28 de Novembro, o Gamer Caduco convidou o pessoal da blogsfera retrogamistica brasileira para fazer uma nova série de posts sobre o que temos jogado neste ano. Vejamos se eu ainda me lembro de alguma coisa para recomendar para vocês.

Metalgun Slinger
Metalgun Slinger Screen
Este é um jogo japonês do GBA que eu descobri lá na wiki da /v/ porque ninguém mais conhece ele. Fiquei esquecendo de escrever um review, perdi o pouco de inspiração que tinha e… aqui estamos nós. Bem, Metalgun Slinger é um ótimo jogo de ação num velho oeste steampunk.

O protagonista pode correr por aí, atirar e usar especiais com os itens que encontra. Apesar de inimigos voadores droparem poções com frequência, não pensem que o jogo é fácil. Se fizer besteira, estará morto em instantes, especialmente ao enfrentar os chefes.

Algo interessante são os minichefes escondidos em cada fase. Eles fogem ao serem encontrados e possuem alto HP. Enfrentá-los é arriscado, mas necessário para expandir a energia máxima do herói.
Metalgun Slinger Screen 2
Só acho idiota terem feito R+A ou R+B ativar ataques especiais enquanto o L não tem função nenhuma. O R é usado para ativar certas acrobacias que rendem combos, portanto ele estará sendo usado com o A frequentemente.

Rayman 3: Hoodlum Havoc
Rayman3
Ah, o terceiro jogo do Rayman. Nunca terminei o primeiro sem cheats e tenho preguiça de jogar o segundo. No enredo, Rayman deve derrotar André, um red lum corrompido pelo PODERDUMAL e capaz de corromper outras criaturas. Lembro de ter ouvido falar que este é um jogo ruim e que o criador do personagem não se envolveu muito com o projeto pois estava trabalhando no Beyond Good & Evil.

O jogo realmente tem seus momentos chatos e uma câmera que por vezes atrapalha, mas ainda assim está longe de ser ruim. Coisas neste jogo que me alegram em especial é ver o Rayman novamente capaz de socar coisas e saber que não existem buracos sem fundo nas fases. Exceto por um no final que não é perigoso.

Cubistry
Cubistry
Mal lembro onde peguei isto… Cubistry é um jogo de puzzle para PCs em que surge na tela um grande cubo formado por vários cubinhos. O objetivo é clicar em pares visíveis de cubos iguais para destruí-los e fazer isso o mais rápido possível. Usem as setas para virar o cubão conforme necessário.

Sonic Fusion
waterzone
Este projeto do Felik foi canceledo recentemente, com 9 fases e um chefe terminados. O cara entende de level design, então apesar do feeling de Sonic Advance a maioria das fases está longe de ser aquela palhaçada que é o Advance 2. Seu maior atrativo é o modo online em que até 4 jogadores podem apostar corrida nas fases ou lutar em pequenas arenas.

Ocean Force
OcFo1
Um arcade disponível no Playland do Shopping Center Norte que eu documentei nas internets há algum tempo. Para jogar deve-se acertar precisamente os navios que passam pela tela para conseguir alcançar a pontuação mínima necessária para passar de fase.

Donald Duck no Mahou no Boushi
Levels3
Neste jogo do Super Famicom, Donald é recrutado por um rei para salvar um reino mágico dominado pelo João Bafo de Onça.

O level design é mediano em certas partes e bom em outras. O rei-chapéu pode ser usado para proteger o Donald, mas é uma habilidade inútil, ao contrário da radical cabeçada que é essencial para derrotar chefes. Para a trilha sonora eu me levanto e bato palmas.

Aparentemente, existiu um minigame chamado Barcode Battler em que se usava códigos de barra para criar personagens e itens para lutas. Uma versão dele era compatível com os jogos da Epoch para o Super Famicom, como este. Pena que tudo isso é tão obscuro que é impossível saber o que há neste jogo que é apenas acessível através do minigame.

Donald Duck Goin’ Quackers
PSD3D004
Um dos últimos jogos do Donald e o primeiro em 3D. A versão do PSX que joguei é um platformer simples e linear, mas divertido por isso mesmo. O level design da versão 2D do GBC é uma evolução do que havia no Rayman do mesmo console. Já a versão do GBA sacrifica algumas gimmicks em troca de alta velocidade, assemelhando-se mais a versão para consoles.

Metal Walker
Metal Walker Battle
Este aqui eu joguei no começo do ano… sobre o que ele é, mesmo? É um RPG em que se controla um robô que pode usar várias transformações para explorar o mundo e alterar seus poderes. Durante o combate, deve-se quicar pelas paredes e inimigos de forma inteligente para acabar rapidamente as lutas. E se conseguir empurrar os inimigos nos Analyzers, destravará novos itens nas lojas.

O jogo é muito difícil graças a alta frequência de encontros aleatórios com inimigos. Há poucas sidequests e conteúdo extra.

Jojo’s Bizarre Adventure
JojoStardust01
Jojo’s Bizarre Adventure é um velho mangá de ação com elementos de horror sobre o conflito entre a família Joestar e o vampiro Dio, cuja influência persiste mesmo depois de sua morte. Não é um mangá tão conhecido no ocidente, mas é bem influente. Quando anunciaram a adaptação para anime da primeira parte, Phantom Blood, eu finalmente resolvi pelo menos ler a saga Stardust Crusaders e jogar este jogo de luta criado pela Capcom.

O diferencial deste jogo é os personagens poderem invocar suas “Stands” (materializações psíquicas de seu espirito) para poder usar ataques diferentes ou tentar cercar o oponente, sob o perigo de sofrer quebra de defesa se apanhar muito enquanto a stand está ativa.

Embora os enredos do modo Arcade tenham sido retalhados na versão PSX, ela tem um modo Story exclusivo que acompanha Jotaro, Joseph, Kakyoin, Polnareff e Abdul em sua jornada até o Egito para matar o Dio. Neste modo alguns episódios são representados por minigames ou cutscenes com Quick Time Events. Cada episódio possui um “Fator Secreto”, que é um objetivo secundário que deve ser descoberto para ganhar mais pontos.
JojoStardustLetsGo
O port perdeu detalhes gráficos ao ser trazido do arcade, mas a jogabilidade permanece intacta. Me parece que Jojo não é considerado um jogo muito balanceado, mas é bem-querido mesmo assim por ser muito divertido e carismático. Aquele lance de jogar um trator com rolo compressor no inimigo, por exemplo? Nada menos que uma das extravagâncias de Dio Brando.

Jumping Flash 1, 2 e Robbit Mon Dieu
JFlash Screenshot
A trilogia Jumping Flash do PSX é sobre um robô-coelho chamado Robbit que deve encontrar quatro itens escondidos nas fases e então ir até a saída. A principal habilidade dele é o gigantesco pulo triplo usado para causar alto dano em inimigos e explorar rapidamente as fases. A câmera é em primeira pessoa e Robbit olha para baixo ao pular, facilitando pulos entre plataformas pequenas com a câmera em primeira pessoa.

Enquanto que os dois primeiros jogos eram bem arcade, o terceiro trouxe missões com objetivos diferentes e várias historinhas sobre cada personagem que o Robbit, que agora é loiro, está ajudando. O resultado é um jogo que em vários aspectos é inferior, mas que também tem o seu charme, que inclui o único chefe final da trilogia que é realmente difícil. Infelizmente este não foi lançado fora do Japão.

Um último comentário: a música de chefe final do primeiro jogo é perfeita. A do segundo jogo, porém, nem tanto. E a do terceiro desperdiça potencial…

Touhou Koukayaku – The Game
0102
Descobri que a Peposoft lançou isto na época de seu clone de Mega Man chamado Gigadeep. É um fangame de Touhou (aquela série de shmups sobre o folclore japonês que é cheia de MINAS ANIME) em estilo Mega Man cujo enredo é baseado num cd de remixes do Touhou 12.

Sendo um platformer baseado num shmup, os inimigos atiram grandes rajadas de tiros (em proporções absurdas na dificuldade Lunatic), mas só uma pequena área das personagens é vulnerável. O level design é competente, embora minha empolgação após jogar a fase da Nazrin tenha diminuido ao notar quando os caras começaram a usar as mesmas gimmicks de se pendurar de forma repetitiva e fora de contexto.

A Byakuren é a personagem inicial, com stats medianos e uma rajada horizontal de tiros. Chefes derrotadas são destravadas como jogáveis para as próximas fases e eu sugiro que derrotem a Murasa primeiro, pois as âncoras dela causam dano altíssimo e destroem certos projéteis. A Shou também é necessária em certos momentos pois pode voar por mais tempo que as outras.
0304
O jogo é divertido mas bem curto, especialmente quando comparado ao conteúdo do Gigadeep. Só há 5 fases e um modo boss rush secreto. E a galeria destravável é dispensável, pois só mostra os “mugshots” das personagens que, raios, são sempre o mesmo desenho com uma expressão diferente!

Rosenkreuzstilette Freudenstachel
RKSFScreen1
Depois de longos atrasos os japoneses voltam a abusar da cultura alemã neste segundo Mega Man Castlevaniado Com Minas Anime. Neste jogo a Spiritia foi sequestrada e sua amiga Freudia toma o papel de heroína principal. A arma dela é o Freudenstachel do título (cujo nome faz alemães dar risada), que é uma rajada de lanças de gelo com munição limitada, porém bem alta.

Em geral o jogo continua divertido e até mais original que o primeiro RKS, a não ser que tenham copiado idéias de jogos do Mega Man que eu não conheço. A trilha sonora também é ótima, embora eu não tenha curtido tanto o tema de batalha final tanto quando o incrível Requiem For Myself do primeiro jogo…

Depois que o jogo acaba, é revelado um código para jogar com outra personagem, Pamela, cuja jogabilidade é baseada no Zero assim como a Grolla no primeiro RKS: combo com uma espada e wall jumps. Ao jogar com a Pamela, um imitador de Simon Belmont aparece como chefe na fase dela, haha.

Star Fox 64 3D

Há alguns meses, havia um quiosque de Nintendo 3DS na loja Fast do Shopping West Plaza com Super Mario 3D Land de um lado e Star Fox 64 3D do outro. Decidi jogar o jogo seriamente pela primeira vez ao passar por lá, terminando-o com o memorável final bom em que o Fox segue o pai pelos túneis de Venom.

Tive que usar 4 continues durante o jogo, 2 deles sendo restarts em Macbeth pra acertar as alavancas no final da fase, que fazem o chefe dessa fase colidir na própria base sem ser enfrentado pelo Fox. O jogo é um excelente rail shooter, então deem um barrel roll até ao menos a versão original para o Nintendo 64 se ainda não jogaram.

Tatsunoko Vs. Capcom

Há alguns dias, encontrei uma máquina de arcade desse jogo, rodando com créditos infinitos. Deu pra terminar o jogo num crédito sem ninguém reclamar. Eu escolhi o Mega Man Voltnutt pensando que ele era um personagem fácil, mas acabei não entendendo a jogabilidade dele. Felizmente pude sempre vencer com as joelhadas e cortadas do Casshern, afinal, se ele não conseguisse suportar isso, quem conseguiria?

Hokuto no Doom
Meu primeiro contato com o FPS Doom foi através deste mod baseado na jornada do Kenshiro para resgatar sua noiva Yuria que foi levada pelo tirano Shin. Foi feito um bom trabalho com os gráficos e sons do jogo e a grande técnica dos Cem Punhos Rachadores (vivo esquecendo o nome original disso) é destravável logo na primeira fase, porém dizem que as fases disponíveis aqui são exatamente as mesmas do Doom original, o que não é bom. Também tem gente reclamando do jogo ser distribuído em forma executável, o que é ilegal (situação semelhante a romhacks, que “deveriam” ser distribuídos como patches).

…Por que eu não consigo tirar screenshots disto?

Super Castlevania IV
Super Castlevania IV Snap
Como esta maldita memória me atrapalha. Quase me esqueci de comentar este jogo. Há algum tempo eu joguei seriamente até o fim este capítulo da saga Castlevania pela primeira vez, sem nem usar save states. Tudo neste jogo é mesmo SUPER. A trilha sonora é tanto sombria quanto heroica e os level designs possuem uma dificuldade alta, porém surpreendentemente justa graças a habilidade de atacar em várias direções e poder balançar o chicote para bloquear tiros.

Deixo aqui o Tema do Simon para quem não o conhece.

Guru Logic Champ
GuruLogic
Outro jogo cuja existência eu só relembrei agora. Nem terminei ele, o que é uma desgraça pois ele é um ótimo puzzler e uma das últimas coisas que a Compile fez.

Na historinha deste jogo do GBA, um pato com cara de fodão e seu colega com aparência mais tímida tem de salvar um pessoal em diversas situações ridículas. Para isso eles devem resolver puzzles até destravar a fase do objeto que eles precisam.
GuruCutscenes
O objetivo no jogo é revelar um desenho ao preencher certas posições dele com blocos tal como em Sokoban, mas os personagens ficam no fundo da tela atirando eles por um canhão. Quando um bloco colide com uma parede, ele pode ser usado como apoio de outro bloco antes de ser recolhido. Com o passar das fases, gimmicks são introduzidas e a dificuldade vai se complicando.

Irisu Syndrome
IrisuPlay4
Quando se começa a jogar este puzzle freeware sem entender bem as regras, é comum levar Game Over em instantes. O objetivo é fazer polígonos de mesma cor colidirem uns nos outros. Se um polígono cai no chão sem isso acontecer, perde-se energia. O jogo tem um enredo sinistro que vai sendo explicado dentro e fora dele conforme altas pontuações são alcançadas. Para aproveitar melhor essa história, o jogo foi traduzido por fãs na 4chan.

Equin: The Lantern

Recentemente, o criador de Hasslevania pausou o desenvolvimento da continuação para criar The Lantern, que é um RPG rogue-like com 3 classes de personagens e 50 andares aleatórios. Novamente eu ajudei um pouco com beta testing. Certamente nem tanto quanto deveria, mas deu pra relatar bugs e sugerir algumas coisas.

O jogo é difícil como se espera do autor, mas com sorte para não entrar em enrascadas e sabendo usar os itens encontrados, dá pra chegar longe. A dificuldade certamente funciona melhor do que no jogo comercial anterior dele, o The Outlaw, The Drunk and The Whore.
ETLantern
Um toque legal é que o jogo grava uma série de estatísticas na pasta dele após cada game over, o que é útil para comparar high scores.

Lista de blogs que estão participando de meme:
-Gagá Games e Piga (http://www.gagagames.com.br/)
-Gamer Caduco (http://gamercaduco.com/)
-Vão Jogar! (http://vaojogar.com.br/)
-Revista Game Sênior (http://gamesenior.com.br/)
-Video Game.etc (http://videogame.etc.br/)
-Marvox Brasil (http://marvoxbrasil.wordpress.com/)
-GLStoque (http://www.glstoque.com.br/)
-Shu Games (http://shugames.blogspot.com.br/)
-Retro Players (http://www.retroplayers.com.br/)
-The Twosday Code (https://yoritoshi.wordpress.com/)
-Passagem Secreta (http://passagemsecreta.com/)
-Cosmic Effect (http://cosmiceffect.com.br/)
-Shugames (http://shugames.blogspot.com.br/)
-Nostallgia (http://olhamaemeublogdevideogames.blogspot.com.br/)
-Edi (FZ2D) Retro Reviews (http://edireviews.blogspot.com/)
-Forum SEGA Forever (http://segaforever.forum-livre.com/)
-Fúria: blog sobre games (http://furia94.wordpress.com/)
-Zir0 Video Game Nerd (http://emulaziro.blogspot.com/)

Diário de Spiral Knights #2

6 de julho de 2012 2 comentários

Status:
-Atualmente no Tier 2.
-Arma 4 Estrelas: Ascended Calibur.
-Rank 5-X no modo de missões.

Depois de uma épica, mas sofrida vitória contra os Roarmulus Twins, fiquei um longo tempo sem jogar Spiral Knights por causa do péssimo frame rate que eu tinha, que atrapalhava não só a mim como também todos que estivessem na mesma equipe que eu. Atualmente eu tenho netbook e conexão novos e testei o jogo, verificando que não houveram muitas melhoras. Mas descobri que implementaram algumas coisas sobre as quais vale a pena comentar aqui.

O jogo agora tem um modo de história, dividido em várias missões que geralmente pedem para passar por duas fases ou ter certos items e ensinam sobre cada grupo de inimigos do jogo. Há também missões extras que mudam diariamente e uma que deve ser comprada com dinheiro real.

O prólogo foi refeito e agora tem chefe, mas como estava bloqueado para meu personagem, criei outro pelo Steam para jogar essa parte e também para ver como é o equipamento bônus do Metal Sonic. O erro aqui é que eu devia ter deslogado e logado para transferir meu personagem pro Steam sem precisar criar um novo, para ter o cosplay de Metal no meu personagem primário. Por desgraça, o jogo não informa isso.

Depois acabei não vendo os items bônus de Team Fortress 2 porque fiz besteira no Depth 3 durante o modo normal de jogo e morri. O pior é que depois que passei do Depth 3, não consegui nada por causa de algum defeito do jogo.

Isto é o que eu tenho pra comentar até agora. Até mais. =T

Diário de Buddy Rush: Que diário?

27 de dezembro de 2011 Deixe um comentário



Ah sim, eu tinha uma série de posts sobre as fases do Buddy Rush, não? Agora que eu finalmente consegui fazer o jogo rodar novamente, posso continuar de onde parei.

Depois de Questern, meu Worrier foi pra Kanbucay, que é uma praia. A historinha ali é que os heróis encontram Bearnado, um dos chefes do capítulo 3, e decidem perseguí-lo.

Bearnado diz que está procurando um tesouro. Os heróis roubam um barco e vão atrás desse tesouro, mas descobrem que foram enganados e não há tesouro. Bearnardo é espancado após tentar emboscar os heróis, mas é salvo por Skully, uma das classes jogáveis.

Worrier e seus dois asseclas constroem um barco e saem da ilha. Eles descobrem que Skully está sendo chantageada para trabalhar com os vilões e decidem ajudar a irmã dela a salvá-la. Os guerreiros recuperam um diário, enfrentam um peixe-pirata doido na fase final e todos comemoram.

Duas das fases mais notáveis nesse capítulo foram as em que os personagens navegam num barco. O objetivo na primeira é pegar peixes e na segunda é chegar ao fim da fase. O barco não é exatamente legalzão de se controlar e sua velocidade depende do nível dos personagens, que também perdem HP conforme remam. Eu até que gostei dessas fases, mas elas dão pouco exp, só precisam ser jogadas duas vezes e podem se tornar um desastre caso um dos personagens capote.

A fase mais difícil foi a da emboscada, pois deve-se enfrentar MUITAS ondas de inimigos e entre eles estão vários pelicanos, que são os inimigos normais mais poderosos que apareceram até agora e marcam presença constante neste capítulo.

No próximo post eu tentarei contar sobre Oriac. Essa parte do jogo tá com um ritmo bem lento, exigindo level ups demais para destravar cada fase. Para piorar, essa fase é mais um deserto e uma reciclagem noturna do capítulo dois, ainda por cima.

Todavia, eu vou continuar jogando para poder ver os dois novos capítulos que instalaram recentemente.

O que eu joguei em 2011

15 de dezembro de 2011 27 comentários

Como sabem, há um mês o Ighor Henrique convidou os grandes retromans da blogsfera brasileira e este idiota aqui para comentar sobre os jogos que jogamos durante 2011.

Então eu passei o mês inteiro andando em círculos como sempre, escrevendo alguma coisa quando a inspiração aparecia… e apagando tudo no dia seguinte. E quando chegou o momento do tudo ou nada, eis que uma tempestade terrível surge e mata minha internet!

E a cereja no bolo é que eu deixei o post agendado pro dia da meme sem ele estar pronto, como se houvesse a menor possibilidade de eu mudar e escrever algo sem atrasos!

Por sorte, o post não foi publicado automaticamente, talvez porque o WordPress considere “00:00” como meia-noite.

Mas enfim, neste post eu tento me lembrar das coisas (geralmente freewares ou emuladas) que joguei em 2011 e comentar sobre elas. Eu tô devendo posts de reviews pra maioria… isto deve servir por enquanto.

-Wind and Water: Puzzle Battles (PC)

Este puzzle originalmente lançado para o Dreamcast e o GP2X foi portado gratuitamente para computadores no começo do ano. Para destruir blocos é preciso girar grupos para formar losangos de uma cor só. Há 3 mecânicas de combos que exigem muita velocidade nos dedos e nos olhos para marcar pontos.

O jogo tem um modo story bem longo com diversas missões, oportunidades para quebrar sequência, minigames e alguns segredos. Foi muito bacana ver um jogo deste calibre ser lançado de graça.

-Speedy Eggbert 2 (PC)

Speedy Eggbert é um jogo de plataforma que não é muito popular, mas que foi vendido a preço de banana neste país há alguns anos. Neste ano eu descobri que existe uma continuação, que eu logo conferi através de métodos ilegais.

Infelizmente, Speedy Eggbert 2 é um caso ruim de mais do mesmo, tanto que nem se importaram de trocar a trilha sonora. O bom é que o editor de fases continua lá, com novas gimmicks para galera se divertir.

-Streets of Rage Remake (PC)

Às vezes a I.A. é uma porcaria.


Se dizem que Streets of Rage 2 é o melhor beat’em up já criado, então o que dizer de um fangame que funde a trilogia, trazendo todos os personagens, fases e ainda mais novidades? Eu acho que a terceira fase final é uma porcaria, mas tirando isso, SORR é perfeito.

E ainda bem que a Sega baniu o jogo tarde demais.

-“Manos” The Revenge of Torgo

Foi só quando The Revenge of Torgo foi lançado que eu consegui escrever o review do Mega Man Vs. Reirom. Consequentemente, acabarei atrasando o review de The Revenge of Torgo até o lançamento de Eldaiya.

Bem, Revenge of Torgo é um crossover de Splatterhouse com o filme trash “Manos” The Hands of Fate. Não é um kusoge como o MMVSRR mas ainda é bem doidão. É curto mas bem legal. Foi até divertido caçar os achievements!

-Psycho Waluigi (PC)

Waluigi é um personagem inútil da série Mario que só aparece nos spinoffs esportivos, mas é carismático e tem fãs. É pouco provável que a Nintendo crie um jogo pra ele, mas de qualquer forma, a aventura perfeita para o Mario Roxo já existe na forma deste fangame, Psycho Waluigi.

Com seus poderes psíquicos, Waluigi pode pegar e arremessar praticamente qualquer objeto e usar as habilidades de certos inimigos de forma semelhante ao Kirby. As fases são muito criativas e únicas e os chefes no final de cada capítulo são ótimos.

-Spiral Knights (PC)

Spiral Knights é um hack and slash online com jogabilidade semelhante aos Zeldas 2D. Apesar de certos limites e do level grinding extremo, o jogo é muito bom e divertido. Eu não tenho jogado muito porque meu netbook (e/ou minha conexão) roda o jogo com constantes e graves quedas de FPS, o que não prejudica apenas eu, mas também qualquer azarado que acabe na mesma equipe que eu (Como o HP inimigo depende do número de jogadores, toda a equipe tem de ser esperta.). Se você que está lendo isto tem uma máquina melhor do que a minha, recomendo fortemente este jogo.

-Quake (PC)

Quando eu era criança e ainda estava na primeira série, uma professora nos introduziu aos computadores para jogar Quake e nos tornar homicidas no futuro.

Há algumas semanas eu baixei uma cópia do Quake sem trilha sonora para jogar até o fim. É um joguinho bem perfeitão, não? É bem fácil e intuitívo de se jogar (nem tem botão de usar items/abrir portas), tem fases legais, um elenco interessante de inimigos e muitos segredos que fazem bom uso do level design e da habilidade de pular (que era inédita na época).

E a arte de speedrunning surgiu deste jogo. Uau.

-Power Shovel (PSX)

Zoiem só, algo na lista que não é de PC!
…Mas que eu joguei em emulador…

Power Shovel é um desses jogos japoneses com premissa única e pitoresca. No controle de um trator carregadeiro, é necessário pegar coisas com a pá ou destruir obstáculos. A jogabilidade é complexa e é fácil ficar sem entender como mover a máquina nas primeiras jogadas. O que complica mais é que o tempo para completar cada missão é curto e há várias formas de ser penalizado.

Além das várias missões há um simples editor de fases. É um jogo difícil, mas deveras interessante.

Treasure Adventure Game (PC)

Treasure Adventure Game acabou de ser lançado para ajudar a fechar o ano indie freeware com chave de ouro. É um metroidvania bem grande e fantabuloso.

-Sonic Classic, Sonic Axiom e Sonic Before The Sequel (PC)

Hoje em dia a comunidade da série Sonic tem material pra criar fangames altamente fiéis a trilogia do Mega Drive, mas o problema é que levar um projeto até o fim é algo que poucos conseguem.

Sonic Classic, Axiom e Before The Sequel são os primeiros fangames completos e criados no Sonic Worlds. Os três tem seus altos e baixos, mas em geral são bem bacanas. Como cada criador tem uma visão diferente de level design e gráficos, os 3 jogos são bem distintos.

Lista gigante de blogs participantes da meme:
O Ácido Cinza
Marvox Brasil
Canal Primastart
Fórum Retro Games Brasil
Retroplayers
Gagá Games
Passagem Secreta
Blog do Kyo
Glstoque
Game Sênior
Cosmic Effect
Gamer Caduco
Sega Forever
The Twosday Code
Relíquias do Mame
Shugames
Meio Orc
Santuário do Mestre Ryu
Memórias de Um Lobo de Madeira
Olha Mãe Meu Blog de Video Games
Alforje
How Far You Can Get
Super Controle Podcast
Game Genius
Game Play Blog
Stage Bonus
Vão Jogar!
Museum dos Games
Blog Edi (FZ2D) Retro Reviews

(Review – Mega Drive) Pana Der Hejhog

9 de outubro de 2011 Deixe um comentário

Pana Der Hejhog! Ele é de graça! Ele é o maior!

Eu tenho deixado o blog parado demais enquanto arrumo coisas no Project Spikepig, por isso escreverei sobre este hack legalzinho de Sonic 1 feito pelo Markey Jester há um mês para tirar um pouco de poeira.

Markey Jester chegou com o hack na Sonic Retro dando a impressão de que era apenas um hack toscão fazendo graça com fancharacters, mas é só ver a abertura bacana com o tal do Pana fazendo paraquedismo para perceber a verdadeira qualidade do projeto.

Quando Pana chega ao solo, começa a fase Mystical Island, tropical, com mar e cachoeiras no fundo e um remix da Door Into Summer tocando. A jogabilidade é a de Sonic 1, sem Spin Dash e a qualidade das animações do protagonista é impressionante. Os movimentos dele são fluidos como os dos personagens que vemos nos Metal Slugs e Castlevanias.

HOHOHOHOHO


Depois de uns 30 segundos de fase, Dr. Eggman aparece e começa a fazer alguma traquinagem no meio da tela. De repente tudo se torna congelado e o doutor desaparece. Nesta parte da fase o chão é escorregadio e a música é um remix da fase do Aqua Man de MM8.

No meio do caminho Pana encontra as bolas que foram um objeto abandonado da Green Hill. Este hack tem a melhor interpretação já feita desta gimmick. Pana deve pular na bola e rola-la sobre os perigosos rios congelados em alta velocidade enquanto pula por cima de obstáculos.

A bola também é importante durante a luta contra Eggman no final da fase, que é uma variação da luta na Spring Yard de Sonic 1. Pana deve desviar do espinho que Eggman derruba e acertá-lo quando ele desce para buscá-lo. O doutor tem 16 HP ao invés de 8, mas há uma apelação que facilita bastante a batalha: basta sempre deixar o Pana ao lado do espinho caido para acertar Eggman 4 vezes facilmente e sem mecher no direcional.

Depois da luta os créditos aparecem, mencionando outras celebridades romhackers da Sonic Retro. Fim. Fim mesmo, porque o Markey Jester disse que não vai ter como continuar o hack.

E eu ainda tô chateado pelo cancelamento do Brother Trouble.
…Enfim, o hack é bão. Vão jogar.

Tópico na Retro:
http://forums.sonicretro.org/index.php?showtopic=26314