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Archive for the ‘Games’ Category

Demo de Blazing Rangers para o NES

26 de abril de 2021 Deixe um comentário

Blazing Rangers é um homebrew de NES em desenvolvimento pelo Karu gamo, o criador do Gotta Protectors que foi lançado em 2016 para o Nintendo 3DS. Tem uma demo gratuita na Itch.io e se trata de um arcade bacaninha: o objetivo é salvar as pessoas espalhadas e retornar ao ponto inicial antes que elas sejam mortas pelo incêndio que consome toda a área.
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O que complica é ter de prestar atenção no limite do comprimento da mangueira e evitar que as chamas ou monstros passem por cima dela. Se morrer todos os NPCs adquiridos morrem juntos e o placar vai pro brejo. Também há um modo multiplayer que não pude testar já que sou forever alone aqui.

Link de download: https://firstpressgames.itch.io/blazing-rangers

…E mais uma reclamação sobre a miserável interface nova do WordPress é que a opção de alterar o tamanho de cada imagem no post simplesmente sumiu de onde estava na biblioteca de mídia. Notei isso há poucos dias. A única solução é mexer em cada imagem no modo de editor de código.

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(Indie) Brutal Castle

18 de abril de 2021 1 comentário

Mais de dez anos usando esse WordPress e finalmente resolvem trocar e forçar um editor de post novo e minimalista que esconde todas as informações que deveriam estar na tela pra ferrar com os usuários, mas o jeito é se acostumar…

Este Brutal Castle do Skinner Space aqui é um projeto de beat ‘em up bem bacaninha onde jogamos com um castelo kaiju numa luta contra as lesmas gigantes que aparecem pela tela. Os golpes do personagem são lentos e pesados como a sua aparência sugere, mas também é possível se abaixar para se defender e se esquivar rapidamente entre os inimigos.

Além disso ele pode cuspir fogo nos inimigos para drenar a energia deles e até sua magia de cura queima as lesmas que estiverem ao redor. A demo atual tem 2 fases onde a dificuldade já demanda atenção do jogador para não tomar dano à toa e preservar o estoque de cura do castelo até os chefes aparecerem.

Link de download:
https://skinner-space.itch.io/brutal-castle

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(Review – PC) Sonic Boll

15 de março de 2021 1 comentário


Existe um fangame brasileiro de Sonic e Mario chamado Sonic Boll que eu vi no Twitter umas vezes querendo jogar… e me dei conta que se passaram anos, a versão final é de 2019 e eu tinha simplesmente me esquecido completamente dele até agora. Bora resolver este pecado gamístico então…

O jogo tem a jogabilidade baseada nos Super Marios de Nintendinho, mas a maioria dos personagens disponíveis são de Sonic. Temos o azulão, o Tails, o Knuckles e até o Mecha Sonic do Sonic 2… enquanto que de Mario só temos os dois irmãos encanadores e… o Stanley do Donkey Kong 3? Cada um tem suas habilidades especiais com ou sem os items de Cogumelo e Flor de Fogo, sendo que os personagens de Sonic acabam sendo tão apelões que deram ao Mario no mínimo a habilidade de rasteira como equivalente a rolada deles.

Por padrão estão disponíveis dois pacotes de fases baseados no Mario 1 e no Mario 2 Japonês, com opções de mudar os gráficos para os de Mario 3 ou World e mudar a trilha sonora para a de outras coisas, incluindo até o bom e velho Jojo’s Bizarre Adventure: Heritage For The Future da Capcom???

Dei uma passada rápida pelo pacote de Mario 1 com o Sonic que pode usar Insta-Shield para quebrar blocos e um dash no ar que fica em chamas após pegar a Flor de Fogo. Com esse powerup ele também pode atirar os Sonic Booms do Guile, o que é bem bacaninha. É preciso se acostumar um pouco com a física, mas os saltos rodopiantes do ouriço lhe dão uma grande vantagem na maioria das fases. Exceto nas de água, onde ele não nada e é forçado a usar o Insta-Shield para acertar os vários Bloopers que aparecem.

Existem Special Stages no jogo que são um minigame de bolinha de gude em 3D. Siga o caminho sem cair, pegue moedas para destravar barreiras e então alcance a Esmeralda do Caos antes do tempo acabar. Foi uma grata surpresa ver o minigame, mas para que ele apareça nos checkpoints é preciso encontrar, por acidente mesmo, joias escondidas em blocos invisíveis. O jogo não salva o progresso disto, então ainda estou longe de saber se tem forma Super pra todo mundo aqui.

Tanto as fases normais quanto os bônus possuem um editor de fases com direito a items e mecânicas que não aparecem no modo normal. Não é lá um Super Mario Maker mas dá pro gasto. E olhando o editor eu descobri o The Kid do I Wanna Be The Guy na lista de personagens, sem entender como destravei ele. Parece que o outro personagem secreto é o Ashura (um famoso glitch de Sonic 2), mas não sei como encontrá-lo. Voltando, vale notar que o editor de fases requer um mouse com botão-rodinha para mover o mapa. Isso me confundiu um bocado e tive que buscar informação no Youtube…

E falando em confusão, a versão linkada no site oficial do jogo é a 1.9.3 mas na verdade um beta da versão 2.0 já está disponível. Como o perfil do jogo no Twitter está zerado e o servidor de Discord sumiu não entendi bulhufas da situação.

Na versão 2.0 o Ashura e o Kid já começam destravados e há a Giana da série Giana Sisters, mas a Amy virou skin do Sonic e tanto o Stanley quanto o Mecha Sonic sumiram completamente. Há também um recolor do Sonic chamado Simple que serve de exemplo para a função de programar novos personagens para o jogo. Não há opções de gráficos e trilhas sonoras no beta, e ao invés das fases de Mario 1 e Mario 2 Lost Levels há uma mistura de ambos com alterações no level design.

No geral Sonic Boll é uma forma divertida de revisitar os dois primeiros Super Marios e as funções de edição de fases lhe agregam muito valor para quem gosta. Como há tantas diferenças entre as versões, fica aqui os dois links para que experimentem:
-1.9.3
-2.0 Beta

E por fim, uma telinha em homenagem ao Gamer Caduco que recentemente suportou o Sonic 2006 como parte de sua maratona da série Sonic. 😉

Data da SAGE 2021 anunciada

13 de março de 2021 Deixe um comentário


Teve há 4 dias um anuncio antecipado da data da tradicional exposição online de joguinhos Sonic Amateur Games Expo deste ano: de 21 a 27 de Agosto. Tanto fangames de Sonic quanto quaisquer outros projetos indie são bem vindos, mas os detalhes e prazos para participar do evento ainda não foram informados.

Como o tempo passa…

(Indie) Raindrop: The Battle of Connecting Hallway

10 de janeiro de 2021 3 comentários


O Raindrop: The Battle of Connecting Hallway de Shuhei Miyazawa é um simples jogo arcade onde devemos mandar o rabisco da cabeça pata de um gato de um lado a outro da tela sem encostar nas gotas de chuva. Ela vai ficando cada vez mais densa mas também é possível frear o tempo gastando um medidor de energia.

Atravessar o corredor sem parar ou recuar vale um multiplicador de pontos mesmo que tenha usado o poder de frear o tempo. Também há estrelas que valem mais multiplicadores e existem sete “Insígnias” que aparecem após cumprir certas tarefas:
-Atravesse o corredor sem parar 4 vezes. Não precisa ser 4 vezes seguidas.
-5 estrelinhas na tela ao mesmo tempo. Isso vale mesmo que a quinta mal tenha aparecido logo após completar uma volta no corredor.
-Pegue 8 estrelinhas numa só rodada. A versão 1.0 adicionou um indicador acima da porta de saída como dica.
-Passe muito tempo desviando da chuva numa só rodada avançada, eu acho.
-Pegue certa quantidade de estrelinhas durante a partida. Cedo ou tarde esse sempre aparece.
-Não sei especificamente o que libera esta, mas envolve esquivar de raspão da chuva várias vezes. Há um ruído específico que toca pra cada gota evitada assim.
-Complete uma volta no nível 29.

Se deixar, acaba viciando querer sempre aumentar o placar e descobrir a forma mais eficiente de obter as sete insígnias antes da chuva ficar praticamente impossível. Sorte minha que eu passei só meia hora jogando até conseguir terminar uma partida com as sete conquistas liberadas e mais de 1 milhão de pontos conforme indicado pelo desenvolvedor na página do jogo, porque eu queria saber se aconteceria algo especial no jogo após isso. Infelizmente, só ficou o resultado final bonitinho na tabela de pontuações, conforme aparece no final do vídeo acima.

Fica aqui a recomendação pra vocês: https://room-909.itch.io/rain-drop

Edit 15/01/2021:
Saiu a versão 1.0 do jogo no dia 11 e além de adicionar um bônus ao obter as 7 insígnias, há também um breve final que aparece se o jogador conseguir dar 5 voltas na velocidade 29. É bem tenso tentar isso!

Aparentemente nem o criador do jogo tinha alcançado o final antes de eu postar o vídeo, haha!

(Review – Mega Drive) Mad Stalker: Full Metal Forth

24 de dezembro de 2020 2 comentários


Mad Stalker: Full Metal Forth, ou “Full Metal Force” em algumas versões, é um jogo de pancadaria com robôs gigantes que foi lançado originalmente em 1994 para o Sharp X68000 pela Fill-in-Cafe exclusivamente no Japão. O jogo teve ports para o FM Towns e o PC Engine, além de um remake para PSX que é considerado meia tigela pelos fãs. Neste ano foi encontrado o protótipo de uma versão cancelada para o Mega Drive e ele foi completado com a supervisão do programador original Masatoshi Imaizumi. Foi a publisher indie Columbus Circle que publicou o cartucho no Setembro passado.

Na historinha do jogo, que era mais elaborada com cutscenes e mais dois protagonistas na versão PC Engine, é descoberto um pelotão de robôs gigantes que estavam dentro duma espaçonave desde uma guerra do passado. Eles são todos apropriados pelo governo, fora as máquinas Hound Dog e Rising Dog que ficam por conta da polícia. Eis que Omega, a I.A. da misteriosa espaçonave, desperta e manda os robôs tocarem o caos na humanidade. Convenientemente, o Hound Dog acaba sobrando para o uso dos policiais e aí começa a aventura.

A jogabilidade é de um típico jogo de luta mano-a-mano, o que é algo até que surpreendentemente raro em jogos de ação ou beat ‘em up com progressão por fases. Só porque o jogo do Sub-Zero não era lá essas coisas não quer dizer que seja uma ideia impossível, e controlar o Hound espancando robôs é uma experiência gostosa já nos primeiros minutos de jogatina.

Temos a disposição dois botões de ataque e a seta pra cima para pular, com direito a pulo duplo pra alcançar inimigos voadores. Frente, Frente+Ataque dá uma corrida com a espada; Baixo, Frente+Ataque dispara um Hadouken de canhão e Baixo, Baixo+Ataque solta um Shoryuken. Os inimigos bloqueiam ataques? Ora bolas, segurar os dois botões de ataque fazem o Hound bloquear também. Por fim, é possível arremessar inimigos com Frente+Ataque tanto no chão quanto no ar.

O comando mais complexo é alternar entre a investida de espada e o bloqueio, o que faz o Hound correr ininterruptamente e com invencibilidade contra ataques que não sejam o arremesso. Se entrar no modo Versus e deixar a CPU com ele, ela só fica nisso.

Há um total de seis fases e um punhado de tipos diferentes de inimigos mais os manjados recolors deles para indicar características diferentes. Os inimigos tendem a vir em pares, alguns pequenos, outros que voam e dão tiro, e são todos muito agressivos. Se não pressionar eles de volta é game over na certa, mas como os continues são infinitos e os checkpoints geralmente estão bem espaçados não há muito do que reclamar.

Após o robô quadrupede que vai atropelar vocês no canto no final da primeira fase causando dano infinito se não souberem bloquear e desviar dele, as outras fases tem chefes que são robôs humanoides com golpes que se equiparam e até superam os do Hound Dog. A CPU apela o máximo que pode com esses caras, reagindo quase sempre com o contragolpe apropriado para rasgar nossa barra de energia.

Entre um game over e outro, fui descobrindo as manhas dessas lutas, como usar voadoras e rasteiras no ritmo e espaço certo para causar dano. O canhão que é pouco útil nessas partes, pois todos os chefes ou pulam ou usam um especial que ignora ou atravessa os tiros dele.

O vilão Rising Dog aparece duas vezes durante o jogo, e no final volta turbinado depois de um boss rush contra versões fracas de todos os chefes anteriores. É uma boa luta contra um inimigo cujas habilidades são semelhantes aos do próprio protagonista, como sempre cai bem num jogo de ação assim.

Após derrotá-lo, o Hound escapa da explosão da base Omega e já rolam os créditos pois o final ligeiramente mais gratificante é só no port de PC Engine. Mesmo dando continue um monte de vezes eu só levei uma hora pra chegar no fim, mas apesar de curto o jogo valeu cada segundo. Até tentei chegar o mais longe possível numa vida só logo em seguida, e falhei na fase 5 contra os robôs que ficam rodopiando que nem o Blanka.

Eu mencionei o modo Versus antes. Nele é possível jogar com os chefes contra a CPU ou um segundo jogador como se fosse um jogo de luta em três rounds. As outras versões do jogo possuem códigos que destravam os chefes no modo história e os demais inimigos no Versus, mas ainda não encontrei o truque que serve na versão Mega Drive…

O port para Mega Drive perde pouco em comparação aos gráficos e sons do original, então podem ir surrupiar a rom pelo Google pra jogar também que é bom. Inclusive, dizem que Mad Stalker foi uma forte influência para os jogos da Treasure como o Yu Yu Hakusho: Sunset Fighters e o Guardian Heroes.

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