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(Romhack) An Ordinary Sonic ROM Hack

13 de agosto de 2013 Deixe um comentário

O Sonic Hacking Contest 2013 começou ontem. Atualmente o site deles tá fora do ar, mas há um mirror com os projetos participantes.

Um deles é o An Ordinary Sonic ROM Hack do Hapisan, um cara conhecido pelo projeto Sonic 1 Extended Edition que ele parece ter ressuscitado recentemente.
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Se o jogo é um romhack ordinário, então é de se esperar algumas costumeiras alterações no level design e paletas das fases. Talvez uma habilidade nova ou duas.
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Não sei se é alguma falha no emulador ou um problema que o Hapisan não resolveu, mas o Sonic mal apareceu na tela-título e o jOgo já começou a se explodir todo. Entendo como é chato quando problemas assim escapam de nossas vistas enquanto criamos algo.
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Pouco depois o hack se recuperou de certa forma, mas as cores estão estragadas e o som está às avessas! Parece que há uma opção para checar recordes. Deve ser essa a novidade do hack. Torço para que o jogo em si esteja jogável.
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Começo a Green Hill e o jogo parece mesmo não ter nada de mais. A jogabilidade parece a mesma, não há mecâNicas novas e cada anel, item e badnik paRece estar em seu devido luGAr.
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…Exceto por essas falhas técnicas do jogo. Após algum tempo, novamente os gráFicos e o som ficam detonados. Bem, isso deve resultar em algumas gliTchEs maneiras de se ver e comentar. Além de alguns problemas com colisão, notei que os badniks ficaram invencíveis e rebatem o Sonic como bumpers. Os anéis subtraem do contador e devem ser evitados.
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Tão quebrado está o jogo que após algum tempo um recolor sorriso-colgate do Sonic apareceu pela esquerda me ofertando chocolates Suflair e chips da Claro. LigeiramEnte mais insistente que o pessoal que vejo vez ou outra e me trazendo péssiMas mEmóriAS, o originalcharacterdonotsteal persegue o Sonic pela fase e deixa tudo mais bugado ainda.
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Nem dá para passar de fase nessas circunstâncias porque o sujeito parece ter ocupado o lugar da placa de fim de fase na memória do jogo ou sei-lá-o-quê. Contra isso eu descobri que é possível fazer o jogo voltar ao noRmal temporariamente ao estourar os monitores de itens. Dessa forma um tanto frustante é possível avançar pelo jogo, mesmo durante as batalhas contra o Dr. Eggman.
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Após alguns experimentos com os códigos de level select e debug que felizmente funcionam, descobri que o jogo só foi terminado até a Labyrinth. A Star Light e as demais fases não são acessíveis normalmente e o final do jogo, mesmo tão arrebentado quanto o resto, não tem nada especial ou mesmo algum envolvimento do Sonic-voador.
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Esta versão de An Ordinary Sonic ROM Hack tem tantos bugs e efeitos ironicamente extraordinários que o jogo ganha certa vida por causa deles. É como quando o Sonic 2006 teve tantos videos documentando seus bugs ou como o notório freeware Imscared era tão mal-feito que o autor comicaMente se desculpava o tempo todo para o jogaDor.
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ProvAvelmente outras versões serão laNÇadas após o Hacking Contest com o resto das fases e correções para os problemas, mas o jogo em seu estado atual com as perseguições do Sonic-voador é interessante o bastante para colocar uns sorRisos nessas suas caras.
Ah, é? Pois eu sou INDIE... as heck.
A criatura até cospe uns diálogos xexelentos que nem o sumido BEN de vez em quando. Mas que fiGura. Enfim, enQUanto o site da competição estiver offline, vocês podem encontrar este hack e outros neste mirror.

Retroween: Clones de Castlevania para Celular

2 de novembro de 2010 13 comentários


Retroween, RISE FROM YOUR GRAVE, porque hoje, dia 31 de Outubro é o Halloween, onde as crianças na gringolândia saem de porta em porta para… Heim? Passamos o Halloween por dois dias?
E este não é o post sobre Eversion que eu tenho pensado em fazer desde antes do Dia das Crianças?!

Ahhhh. Enquanto não me ocorre uma epifania para com o review do Eversion (ou do Sonic 2. Ou do Pepsiman. Ou do…), fiquem com este post sobre jogos chineses pra celular mais do que inspirados em Castlevania.

Sim, não só a maioria dos jogos abaixo são sobre guerreiros espancando monstros com chicotes no castelo do Conde Drácula como também usaram o nome Castlevania e seus gráficos e músicas na cara dura.

Como os jogos estão em chinês, eu não sei o nome correto da maioria deles. Então vou usar, em geral, o nome de seus arquivos jar.

“Castlevania: Blood Call”

Só pude começar o jogo após alguns malabarismos no seu menu principal.
O jogo parece ser similar a Zelda… E logo no início encontro NPCS que parecem gente de Tales of Symphonia. Depois de conversar com o carinha de vermelho, saio pela parte de baixo do mapa onde sou espancado por tigres e javalis. A jogabilidade é horrível e o carinha é lerdo pra caramba.

“Castlevania: Curse of Night”

Este aqui é um CV convencional de plataforma…
Mas… Vejam só isso:
O protagonista começa com 30 HP.
Logo no início aparecem morcegos que tiram 5.
Vespas… Sim, VESPAS, tiram 9.
E na terceira tela aparece um esqueleto com toneladas de HP que mata numa pancada só.

E só isso que eu sei sobre o jogo. Dane-se o resto.
(mas bem que eu queria que este tivesse vidas infinitas)

“Castlevania: Demon Castle”

Eu tinha visto um trailer desse jogo no Youtube. Parecia legal, mas infelizmente, a jogabilidade é ruim: é um desses jogos que não aceita as setas cima e esquerda/direita sendo apertadas ao mesmo tempo.
Quando apareceram esqueletos imunes a ataques normais eu parei de jogar, porque tava chato ficar alternando entre touchpad e teclado para selecionar a água benta.
Para piorar ainda mais, as telas de loading entre as salas chegam a durar uns 15 segundos!

Curiosamente, quando o personagem morre, o jogo permite recuperar toda a energia e continuar direto. Se existe alguma penalização, eu não tenho idéia. Alguns dos jogos abaixo também tem esta opção.

“Castlevania: Frost Legend”

O botão de pulo deste jogo é a tecla jogo-da-velha.
Preciso dizer mais? NÃO.

“Castlevania: Reincarnation”

Reincarnation é uma baita cópia de Castlevania: Aria of Sorrow. Os level designs são idênticos e o enredo me parece ser igualzinho. A exceção é que o jogo começa na Castle Keep, onde o protagonista tem sua bunda chutada pelo Dracula. Algumas músicas também são tiradas de AOS (Heart of Fire, por exemplo) e jogo também copia o mapa e alguns gráficos de Order of Ecclesia.
A jogabilidade até que é boa, mas não é ideal. E toda vez que o jogo é pausado a música some.

O Drácula aqui é um chinês-egípcio que vira Galamoth de 3 cabeças em sua forma final.

E se por acaso o jogador morrer, também da pra continuar numa boa.

“Castlevania: Symphony of the Night”

Não se deixem enganar pelo nome e tela título. O jogo começa com visão vista por cima e o Alucard equipado com chicote. Não me parece ser legal.

“Castlevania: Vampire Castle of The Devil”
Título verdadeiro(?): Vampire Lord: Blade of Vengeance

Este “Castlevania Chinese” aqui é bom. O protagonista é um Dante de Devil May Cry com os poderes do Alucard. A jogabilidade é melhor do que a dos clones acima. Só queria mesmo que houvesse maior variedade de inimigos.
Outro problema é o grinding forçado. E não só pra subir de nível, mas também pra juntar itens para criar powerups para as armas.
Foi irritante chegar no Dracula, mas antes ter de passar horas acertando velas para juntar itens e deixar a espada forte o bastante para ferir significantemente o vampirão.

O pior é que tem mais. Quando derrotei o Dracula, o Death apareceu junto com uma parede de texto. E então o jogo acabou… Para recomeçar com chefes com o dobro de força e mais itens idiotas para serem sintetisados. FUUUUUUUU-

Ah, se o personagem morre é GAME OVER. Não tem essa de vidas infinitas neste jogo.

E pra terminar, aquela Succubus que aparece no modo Survival do quarto beta do Serio’s CV Fighter vem deste jogo, apesar de sua paleta de cores e movimentos serem diferentes. Foi ela que despertou a curiosidade do pessoal para jogar estes clones picaretas de celular, que por consequência me fez querer fazer este post.

“Castlevania Demon 2”

Continuação do jogo acima. Digo isso porque é da mesma marca e mantem certos aspectos, apesar do ritmo ter mudado bastante.
O jogo agora é mais linear, inclusive com setas apontando para o caminho certo.
O herói começa espancando monstros com um espadão, mas logo perde a arma após detonar o Death e então troca para um chicote.
Algum tempo depois, encontrei o que pareceu ser o protagonista do jogo anterior como chefe, mas não tenho certeza…

O que mais me chateou até agora neste jogo é que o mapa do castelo abre sozinho toda vez que entro num corredor qualquer. E vocês dizem que a Navi é chata.

Edit:

Exceto que eu reparei que isso pode ser desligado antes do jogo começar. LOL.

Ao jogar até o fim, encontrei inimigos vindos do jogo anterior, como as harpas, livros e a Succubus, que se tornou MUITO mais forte (e ainda assim, diferente do que fizeram com ela no CVLOL).
O carinha do primeiro jogo é mesmo o chefe final, mas não entendo porque. Depois de derrotá-lo, fui jogádo de volta ao início para fazer tudo de novo.
Aiaiaiai…

“Castlevania Demon 3”

Continuação do jogo acima. Dé pra perceber de cara porque a engine é obviamente a mesma. O herói me lembra daquele cara do mangá Jojo’s Bizarre Adventure e o Dracula lembra a versão dele no Harmony of Dissonance… E ele está velhinho.

O enredo do jogo é ripado de Hokuto no Ken. Depois de enfrentar Dracula pela segunda vez, o herói encontra sua amada sentada num trono e apesar de eu não saber ler o diálogo, não precisei pensar muito pra entender o que estava acontecendo…

Ora, não me digam que não se lembram da primeira saga de Hokuto no Ken?

Enfim, o jogo é dividido em fases lineares, que vão sendo desbloqueadas uma a uma. Irritantemente, algumas não abrem imediatamente, forçando o jogador a fazer level grinding ou a… Sei lá. O pior é que as fases que existem apenas para level grinding cobram caro por isso.

Por causa dessa terrível decisão de design eu ainda não terminei o jogo. Ainda falta abrir mais duas portas. O estranho é que que eu já derrotei o Drácula em duas ou três fases. Quem será o chefe final? O Dracula de novo, ou outro personagem?

Edit:

No final das contas, eu passei por todas as fases e não encontrei final nenhum. No máximo, o final foi a ripagem de Fist of North Star que eu já mencionei, e havia várias fases depois daquilo.

“Castlevania RPG”

3 carinhas entram no castelo do Drácula ao som da música da 1ª área do Circle of the Moon. Na luta contra o lorde das trevas, Drácula cria um clone que chuta a cara deles. Mais dois carinhas entram no castelo.
E então… UAHHHHH… Nham Nham… Eu parei de jogar.
Num tem como o carinha correr, não?

Conclusão:
Então. “Reincarnation”, “Vampire Castle of The Devil” e suas continuações foram os que eu considerei mais jogáveis, divertidos e polidos entre os clones.
Claro que não são melhores que os jogos oficiais da série Castlevania, mas comparados aos ports oficiais de Castlevania para celular, ruins eles não são.
O resto ou me deixou entediado ou irritado com sua jogabilidade.

Se quiserem jogar também, leiam este post feito por -Frikman- na text board do fangame Serio’s CV Fighter:
http://serio.piiym-net.com/CVBla/txtboard/kareha.pl/1257952635/946
Além desses clones, a pasta de jars também tem os ports de Aria e Dawn of Sorrow para celular, além do port de CV 1.
O port do Aria está em resolusão baixa, infelizmente. O Dawn tem duas versões – uma tosca e outra mais polida e próxima da versão de DS.

Até aqueles Magic Seals idiotas estão ali!

Blogs que estão participando do Retroween:
-ZIR0 Video Game Nerd (Vários)
…E aparentemente, ninguém mais. Tsc.