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(Review – Mega Drive) Megapanel

14 de junho de 2017 4 comentários

Muita gente não gosta quando quebra-cabeças deslizantes aparecem do nada como um minigame tedioso em jogos, mas e se eles fossem misturados com quebra-cabeças de combinar blocos? A Namco lançou algo assim para o Mega Drive em 1990, exclusivamente no Japão. Um puzzle chamado Megapanel.

No jogo, uma pilha de blocos cresce na matriz com o passar do tempo e temos um espaço vazio para movimentá-los. É preciso combinar um mínimo de 3 blocos de mesma cor na horizontal ou na vertical para destruí-los e evitar que a pilha chegue ao topo da tela, mas isso também reduz o espaço que temos para manobrar os blocos e nos força a subir fileiras com o botão A. É preciso visualizar formas rápidas e consistentes de combinar 4 blocos de uma vez para marcar mais pontos e manter a pilha nivelada para evitar que colunas se formem nos cantos da tela e botem tudo a perder.

O jogo tem dois modos diferentes para um jogador: Exercício e Pin-up. No modo Exercício é preciso cumprir certo objetivo para passar para a fase seguinte. Como cada objetivo é ilustrado a barreira de linguagem não causa tanta confusão, mas ainda há casos como a fase 9, por exemplo, em que o objetivo é formar combinações vermelhas como parte de sequências. É possível começar nas fases 9, 17 e 25 e as missões vão ficando cada vez mais complicadas.

Já no modo Pin-up, cada fase tem uma ilustração no lado direito da tela coberta por blocos e uma fileira de bombas sobre eles. Combinar blocos na matriz ativa essas bombas para destruir pouco a pouco a barreira, sendo que as bombas ativas correspondem a posição do bloco central de cada combinação marcada. Combinações de 4 ou 5 ativam mais bombas ao mesmo tempo. Este modo tem 40 fases, com cada imagem mostrando cenas do dia-a-dia de 10 personagens. Algumas cenas tendem a sensualidade, sim, mas não há nada que não pudesse ser publicado num jogo infanto-juvenil de Mega Drive. :V

Assim como no modo Exercício há um violeiro tocando no meio da tela, no modo Pin-up há uma garota que suponho estar dando dicas. Ela comemora quando fazemos combinações de 4 ou cinco blocos e entra em pânico quando a pilha está prestes a passar do limite. Um detalhe curioso é que…

…podemos calar a boca dela com uma máscara pelo resto da fase com o botão C. Nunca vi um quebra-cabeça desses nos deixar maltratar o mascote assim. E olha que, como o gif acima mostra, ela nem comenta tão frequentemente e não tem dublagem nem nada. Vai ver ela é uma dessas minas anime que são comicamente arrogantes e presunçosas e tá tirando com a minha cara sem eu saber.

No mais, o jogo tem um modo Versus exclusivamente multijogador em que os jogadores podem mandar blocos inúteis para o campo do oponente ao marcar sequências de combinações. Há dois tipos de items nesse modo cujo propósito eu não consigo identificar. No menu de opções principal também é possível mudar o Versus para “Modo 0 ou 1” e eu também não entendi para que isso serve. Ah, uma outra opção deixa o jogo monocromático. Porque sim. Mas ainda dá pra se guiar pelos símbolos em cada bloco.

Como todos os outros puzzles da época, Megapanel não foi capaz de derrubar Tetris mas ainda assim é um quebra-cabeças funcional e divertido. Ele faz 15-puzzles parecerem legais! É também um tanto original, já que o único outro puzzle de que me lembro em que os blocos sobem ao invés de descerem é o Panel de Pon/Tetris Attack.

(Review – Game Boy) Yoshi’s Cookie

9 de fevereiro de 2013 6 comentários

Desde alguns meses eu tenho pensado em ir à Santa Efigênia procurar lojas retrogamisticas com cartuchos de Game Boy (Color) para jogar no meu GBASP que tá quebrado e não roda mais jogos de GBA.

Fiz isso hoje e comprei um Yoshi’s Cookie japonês por 10 reais. Depois de voltar do passeio, liguei o GBASP e surgiu uma descarga elétrica que arrebentou por dentro a tela do portátil, enchendo-a de pontos e riscos.

Puta que pariu.
YCookieTitle
Yoshi’s Cookie existe no Game Boy, NES e o SNES. A versão de GB foi lançada em 1992. É um dos muitos jogos que eu conhecia só o nome sem nunca tinha visto nem um screenshot, mas como eu sabia que ele é um puzzle simples e sem enredo, me pareceu uma boa opção de compra mesmo que o cartucho seja o japonês.

Yoshi e Mario aparentemente estão organizando biscoitos para empacotá-los. É fácil entender as regras do jogo: cada fase começa com um grupo de biscoitos na tela e com o botão A e as setas, deve-se arrastá-los para formar linhas e/ou colunas de um tipo de biscoito para elimina-los até limpar completamente a tela. O Game Over ocorre quando a tela fica entupida.

Ao completar uma linha a produção de novos biscoitos é atrasada. Como a velocidade dos próximos biscoitos aumenta conforme se marca pontos, é preciso limpar a tela rapidamente antes que tal meta se torne impossível.
YCookiePlay
O jogo registra combos quanto duas ou mais linhas/colunas são eliminadas em sequência. O botão B acelera a produção de novos biscoitos quando movimentos não são possíveis e o biscoito-Yoshi pode ser usado como coringa, completando qualquer grupo.

Tem também um modo competitivo em que ficou visível o quão ruim eu sou para visualizar rapidamente possibilidades de combo nesse jogo. E o pior é que nesse modo o Yoshi é um tipo extra de biscoito e não serve para completar os outros. 4 pessoas podem jogar nesse modo se tiverem o equipamento adequado, o que não é o meu caso.
Yoshi's Cookie (USA, Europe)_08
Em geral, Yoshi’s Cookie é um puzzle bacaninha e bom para passar o tempo. Foi legal eu ter encontrado ele barato. É. Joguem um pouco se tiverem a curiosidade. Hmrm.

O que joguei em 2012

12 de dezembro de 2012 8 comentários

12/12/12, 12:12. A última data com esse formato que presenciaremos. Bom dia, retrogamers. No dia 28 de Novembro, o Gamer Caduco convidou o pessoal da blogsfera retrogamistica brasileira para fazer uma nova série de posts sobre o que temos jogado neste ano. Vejamos se eu ainda me lembro de alguma coisa para recomendar para vocês.

Metalgun Slinger
Metalgun Slinger Screen
Este é um jogo japonês do GBA que eu descobri lá na wiki da /v/ porque ninguém mais conhece ele. Fiquei esquecendo de escrever um review, perdi o pouco de inspiração que tinha e… aqui estamos nós. Bem, Metalgun Slinger é um ótimo jogo de ação num velho oeste steampunk.

O protagonista pode correr por aí, atirar e usar especiais com os itens que encontra. Apesar de inimigos voadores droparem poções com frequência, não pensem que o jogo é fácil. Se fizer besteira, estará morto em instantes, especialmente ao enfrentar os chefes.

Algo interessante são os minichefes escondidos em cada fase. Eles fogem ao serem encontrados e possuem alto HP. Enfrentá-los é arriscado, mas necessário para expandir a energia máxima do herói.
Metalgun Slinger Screen 2
Só acho idiota terem feito R+A ou R+B ativar ataques especiais enquanto o L não tem função nenhuma. O R é usado para ativar certas acrobacias que rendem combos, portanto ele estará sendo usado com o A frequentemente.

Rayman 3: Hoodlum Havoc
Rayman3
Ah, o terceiro jogo do Rayman. Nunca terminei o primeiro sem cheats e tenho preguiça de jogar o segundo. No enredo, Rayman deve derrotar André, um red lum corrompido pelo PODERDUMAL e capaz de corromper outras criaturas. Lembro de ter ouvido falar que este é um jogo ruim e que o criador do personagem não se envolveu muito com o projeto pois estava trabalhando no Beyond Good & Evil.

O jogo realmente tem seus momentos chatos e uma câmera que por vezes atrapalha, mas ainda assim está longe de ser ruim. Coisas neste jogo que me alegram em especial é ver o Rayman novamente capaz de socar coisas e saber que não existem buracos sem fundo nas fases. Exceto por um no final que não é perigoso.

Cubistry
Cubistry
Mal lembro onde peguei isto… Cubistry é um jogo de puzzle para PCs em que surge na tela um grande cubo formado por vários cubinhos. O objetivo é clicar em pares visíveis de cubos iguais para destruí-los e fazer isso o mais rápido possível. Usem as setas para virar o cubão conforme necessário.

Sonic Fusion
waterzone
Este projeto do Felik foi canceledo recentemente, com 9 fases e um chefe terminados. O cara entende de level design, então apesar do feeling de Sonic Advance a maioria das fases está longe de ser aquela palhaçada que é o Advance 2. Seu maior atrativo é o modo online em que até 4 jogadores podem apostar corrida nas fases ou lutar em pequenas arenas.

Ocean Force
OcFo1
Um arcade disponível no Playland do Shopping Center Norte que eu documentei nas internets há algum tempo. Para jogar deve-se acertar precisamente os navios que passam pela tela para conseguir alcançar a pontuação mínima necessária para passar de fase.

Donald Duck no Mahou no Boushi
Levels3
Neste jogo do Super Famicom, Donald é recrutado por um rei para salvar um reino mágico dominado pelo João Bafo de Onça.

O level design é mediano em certas partes e bom em outras. O rei-chapéu pode ser usado para proteger o Donald, mas é uma habilidade inútil, ao contrário da radical cabeçada que é essencial para derrotar chefes. Para a trilha sonora eu me levanto e bato palmas.

Aparentemente, existiu um minigame chamado Barcode Battler em que se usava códigos de barra para criar personagens e itens para lutas. Uma versão dele era compatível com os jogos da Epoch para o Super Famicom, como este. Pena que tudo isso é tão obscuro que é impossível saber o que há neste jogo que é apenas acessível através do minigame.

Donald Duck Goin’ Quackers
PSD3D004
Um dos últimos jogos do Donald e o primeiro em 3D. A versão do PSX que joguei é um platformer simples e linear, mas divertido por isso mesmo. O level design da versão 2D do GBC é uma evolução do que havia no Rayman do mesmo console. Já a versão do GBA sacrifica algumas gimmicks em troca de alta velocidade, assemelhando-se mais a versão para consoles.

Metal Walker
Metal Walker Battle
Este aqui eu joguei no começo do ano… sobre o que ele é, mesmo? É um RPG em que se controla um robô que pode usar várias transformações para explorar o mundo e alterar seus poderes. Durante o combate, deve-se quicar pelas paredes e inimigos de forma inteligente para acabar rapidamente as lutas. E se conseguir empurrar os inimigos nos Analyzers, destravará novos itens nas lojas.

O jogo é muito difícil graças a alta frequência de encontros aleatórios com inimigos. Há poucas sidequests e conteúdo extra.

Jojo’s Bizarre Adventure
JojoStardust01
Jojo’s Bizarre Adventure é um velho mangá de ação com elementos de horror sobre o conflito entre a família Joestar e o vampiro Dio, cuja influência persiste mesmo depois de sua morte. Não é um mangá tão conhecido no ocidente, mas é bem influente. Quando anunciaram a adaptação para anime da primeira parte, Phantom Blood, eu finalmente resolvi pelo menos ler a saga Stardust Crusaders e jogar este jogo de luta criado pela Capcom.

O diferencial deste jogo é os personagens poderem invocar suas “Stands” (materializações psíquicas de seu espirito) para poder usar ataques diferentes ou tentar cercar o oponente, sob o perigo de sofrer quebra de defesa se apanhar muito enquanto a stand está ativa.

Embora os enredos do modo Arcade tenham sido retalhados na versão PSX, ela tem um modo Story exclusivo que acompanha Jotaro, Joseph, Kakyoin, Polnareff e Abdul em sua jornada até o Egito para matar o Dio. Neste modo alguns episódios são representados por minigames ou cutscenes com Quick Time Events. Cada episódio possui um “Fator Secreto”, que é um objetivo secundário que deve ser descoberto para ganhar mais pontos.
JojoStardustLetsGo
O port perdeu detalhes gráficos ao ser trazido do arcade, mas a jogabilidade permanece intacta. Me parece que Jojo não é considerado um jogo muito balanceado, mas é bem-querido mesmo assim por ser muito divertido e carismático. Aquele lance de jogar um trator com rolo compressor no inimigo, por exemplo? Nada menos que uma das extravagâncias de Dio Brando.

Jumping Flash 1, 2 e Robbit Mon Dieu
JFlash Screenshot
A trilogia Jumping Flash do PSX é sobre um robô-coelho chamado Robbit que deve encontrar quatro itens escondidos nas fases e então ir até a saída. A principal habilidade dele é o gigantesco pulo triplo usado para causar alto dano em inimigos e explorar rapidamente as fases. A câmera é em primeira pessoa e Robbit olha para baixo ao pular, facilitando pulos entre plataformas pequenas com a câmera em primeira pessoa.

Enquanto que os dois primeiros jogos eram bem arcade, o terceiro trouxe missões com objetivos diferentes e várias historinhas sobre cada personagem que o Robbit, que agora é loiro, está ajudando. O resultado é um jogo que em vários aspectos é inferior, mas que também tem o seu charme, que inclui o único chefe final da trilogia que é realmente difícil. Infelizmente este não foi lançado fora do Japão.

Um último comentário: a música de chefe final do primeiro jogo é perfeita. A do segundo jogo, porém, nem tanto. E a do terceiro desperdiça potencial…

Touhou Koukayaku – The Game
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Descobri que a Peposoft lançou isto na época de seu clone de Mega Man chamado Gigadeep. É um fangame de Touhou (aquela série de shmups sobre o folclore japonês que é cheia de MINAS ANIME) em estilo Mega Man cujo enredo é baseado num cd de remixes do Touhou 12.

Sendo um platformer baseado num shmup, os inimigos atiram grandes rajadas de tiros (em proporções absurdas na dificuldade Lunatic), mas só uma pequena área das personagens é vulnerável. O level design é competente, embora minha empolgação após jogar a fase da Nazrin tenha diminuido ao notar quando os caras começaram a usar as mesmas gimmicks de se pendurar de forma repetitiva e fora de contexto.

A Byakuren é a personagem inicial, com stats medianos e uma rajada horizontal de tiros. Chefes derrotadas são destravadas como jogáveis para as próximas fases e eu sugiro que derrotem a Murasa primeiro, pois as âncoras dela causam dano altíssimo e destroem certos projéteis. A Shou também é necessária em certos momentos pois pode voar por mais tempo que as outras.
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O jogo é divertido mas bem curto, especialmente quando comparado ao conteúdo do Gigadeep. Só há 5 fases e um modo boss rush secreto. E a galeria destravável é dispensável, pois só mostra os “mugshots” das personagens que, raios, são sempre o mesmo desenho com uma expressão diferente!

Rosenkreuzstilette Freudenstachel
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Depois de longos atrasos os japoneses voltam a abusar da cultura alemã neste segundo Mega Man Castlevaniado Com Minas Anime. Neste jogo a Spiritia foi sequestrada e sua amiga Freudia toma o papel de heroína principal. A arma dela é o Freudenstachel do título (cujo nome faz alemães dar risada), que é uma rajada de lanças de gelo com munição limitada, porém bem alta.

Em geral o jogo continua divertido e até mais original que o primeiro RKS, a não ser que tenham copiado idéias de jogos do Mega Man que eu não conheço. A trilha sonora também é ótima, embora eu não tenha curtido tanto o tema de batalha final tanto quando o incrível Requiem For Myself do primeiro jogo…

Depois que o jogo acaba, é revelado um código para jogar com outra personagem, Pamela, cuja jogabilidade é baseada no Zero assim como a Grolla no primeiro RKS: combo com uma espada e wall jumps. Ao jogar com a Pamela, um imitador de Simon Belmont aparece como chefe na fase dela, haha.

Star Fox 64 3D

Há alguns meses, havia um quiosque de Nintendo 3DS na loja Fast do Shopping West Plaza com Super Mario 3D Land de um lado e Star Fox 64 3D do outro. Decidi jogar o jogo seriamente pela primeira vez ao passar por lá, terminando-o com o memorável final bom em que o Fox segue o pai pelos túneis de Venom.

Tive que usar 4 continues durante o jogo, 2 deles sendo restarts em Macbeth pra acertar as alavancas no final da fase, que fazem o chefe dessa fase colidir na própria base sem ser enfrentado pelo Fox. O jogo é um excelente rail shooter, então deem um barrel roll até ao menos a versão original para o Nintendo 64 se ainda não jogaram.

Tatsunoko Vs. Capcom

Há alguns dias, encontrei uma máquina de arcade desse jogo, rodando com créditos infinitos. Deu pra terminar o jogo num crédito sem ninguém reclamar. Eu escolhi o Mega Man Voltnutt pensando que ele era um personagem fácil, mas acabei não entendendo a jogabilidade dele. Felizmente pude sempre vencer com as joelhadas e cortadas do Casshern, afinal, se ele não conseguisse suportar isso, quem conseguiria?

Hokuto no Doom
Meu primeiro contato com o FPS Doom foi através deste mod baseado na jornada do Kenshiro para resgatar sua noiva Yuria que foi levada pelo tirano Shin. Foi feito um bom trabalho com os gráficos e sons do jogo e a grande técnica dos Cem Punhos Rachadores (vivo esquecendo o nome original disso) é destravável logo na primeira fase, porém dizem que as fases disponíveis aqui são exatamente as mesmas do Doom original, o que não é bom. Também tem gente reclamando do jogo ser distribuído em forma executável, o que é ilegal (situação semelhante a romhacks, que “deveriam” ser distribuídos como patches).

…Por que eu não consigo tirar screenshots disto?

Super Castlevania IV
Super Castlevania IV Snap
Como esta maldita memória me atrapalha. Quase me esqueci de comentar este jogo. Há algum tempo eu joguei seriamente até o fim este capítulo da saga Castlevania pela primeira vez, sem nem usar save states. Tudo neste jogo é mesmo SUPER. A trilha sonora é tanto sombria quanto heroica e os level designs possuem uma dificuldade alta, porém surpreendentemente justa graças a habilidade de atacar em várias direções e poder balançar o chicote para bloquear tiros.

Deixo aqui o Tema do Simon para quem não o conhece.

Guru Logic Champ
GuruLogic
Outro jogo cuja existência eu só relembrei agora. Nem terminei ele, o que é uma desgraça pois ele é um ótimo puzzler e uma das últimas coisas que a Compile fez.

Na historinha deste jogo do GBA, um pato com cara de fodão e seu colega com aparência mais tímida tem de salvar um pessoal em diversas situações ridículas. Para isso eles devem resolver puzzles até destravar a fase do objeto que eles precisam.
GuruCutscenes
O objetivo no jogo é revelar um desenho ao preencher certas posições dele com blocos tal como em Sokoban, mas os personagens ficam no fundo da tela atirando eles por um canhão. Quando um bloco colide com uma parede, ele pode ser usado como apoio de outro bloco antes de ser recolhido. Com o passar das fases, gimmicks são introduzidas e a dificuldade vai se complicando.

Irisu Syndrome
IrisuPlay4
Quando se começa a jogar este puzzle freeware sem entender bem as regras, é comum levar Game Over em instantes. O objetivo é fazer polígonos de mesma cor colidirem uns nos outros. Se um polígono cai no chão sem isso acontecer, perde-se energia. O jogo tem um enredo sinistro que vai sendo explicado dentro e fora dele conforme altas pontuações são alcançadas. Para aproveitar melhor essa história, o jogo foi traduzido por fãs na 4chan.

Equin: The Lantern

Recentemente, o criador de Hasslevania pausou o desenvolvimento da continuação para criar The Lantern, que é um RPG rogue-like com 3 classes de personagens e 50 andares aleatórios. Novamente eu ajudei um pouco com beta testing. Certamente nem tanto quanto deveria, mas deu pra relatar bugs e sugerir algumas coisas.

O jogo é difícil como se espera do autor, mas com sorte para não entrar em enrascadas e sabendo usar os itens encontrados, dá pra chegar longe. A dificuldade certamente funciona melhor do que no jogo comercial anterior dele, o The Outlaw, The Drunk and The Whore.
ETLantern
Um toque legal é que o jogo grava uma série de estatísticas na pasta dele após cada game over, o que é útil para comparar high scores.

Lista de blogs que estão participando de meme:
-Gagá Games e Piga (http://www.gagagames.com.br/)
-Gamer Caduco (http://gamercaduco.com/)
-Vão Jogar! (http://vaojogar.com.br/)
-Revista Game Sênior (http://gamesenior.com.br/)
-Video Game.etc (http://videogame.etc.br/)
-Marvox Brasil (http://marvoxbrasil.wordpress.com/)
-GLStoque (http://www.glstoque.com.br/)
-Shu Games (http://shugames.blogspot.com.br/)
-Retro Players (http://www.retroplayers.com.br/)
-The Twosday Code (https://yoritoshi.wordpress.com/)
-Passagem Secreta (http://passagemsecreta.com/)
-Cosmic Effect (http://cosmiceffect.com.br/)
-Shugames (http://shugames.blogspot.com.br/)
-Nostallgia (http://olhamaemeublogdevideogames.blogspot.com.br/)
-Edi (FZ2D) Retro Reviews (http://edireviews.blogspot.com/)
-Forum SEGA Forever (http://segaforever.forum-livre.com/)
-Fúria: blog sobre games (http://furia94.wordpress.com/)
-Zir0 Video Game Nerd (http://emulaziro.blogspot.com/)