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(Review – PC) MidBoss


Dia desses eu estava interessado em jogar o roguelike Midboss da Kitsune Games, criadores do puzzle Ultra Hat Dimension, mas já tinha gastado com jogos durante o mês. Como eu sou um cara pseudo-importante, convenientemente me apareceu um comunicado de imprensa me oferecendo uma cópia do jogo, então vejamos como ele é. Ou melhor, como o remake do jogo é. O original foi um freeware com visual mais simples criado para a competição Ludum Dare em 2012.

Bom, MidBoss é um RPG de estratégia em turnos com o tabuleiro isométrico e fases geradas proceduralmente. Controlamos um demônio chamado Mid que pode possuir os corpos de outros monstros para obter suas habilidades e regenerar HP. Ao aprender todas as habilidades que certo personagem possui podemos usá-las em conjunto com as de outros.

O jogo tem todas aquelas mecânicas básicas que se espera do gênero como armas e poções com efeitos desconhecidos, altares de sacrifício em que deuses te presenteiam ou punem dependendo dos items colocados neles e equipamentos amaldiçoados que grudam no personagem se você tiver o azar de vestir um por engano. Dá até para regenerar MP instantaneamente ao pular um monte de turnos de uma vez. Se estiver num local seguro e sem estar envenenado, claro.

Apesar dos elementos aleatórios, cada tipo de inimigo vai sendo apresentado de forma fixa entre as partidas. Sempre haverá um único zumbi no segundo andar, por exemplo, e inimigos apresentados assim devem ser enfrentados com cuidado por serem bem mais fortes que os anteriores.

Se morrer tem permadeath e vai ter de começar tudo de novo (o site do jogo avisa discretamente que É possível trapacear os saves), mas você também receberá uma carta com os detalhes da partida que pode ser usada para começar uma partida com a mesma sequência pseudoaleatória e também recuperar um item perdido – mas só uma vez. Derrotar o chefe final também vale uma carta que permite recomeçar o jogo com todos os seus atributos e items intactos. Outra coisa bacaninha é que elas também podem ser publicadas no Twitter para outros jogadores usarem.

Algo que chama a atenção em MidBoss é o quanto ele procura ser acessível para iniciantes ao gênero roguelike. Além da interface bem explicada e essa colher de chá que são as cartas pós game over, há várias opções que não afetam as estatísticas (podemos nos livrar do lance de identificar poções, por exemplo) e um “Modo Personalizado” que permite jogar uma partida comprida ou condensada dependendo das opções escolhidas.

Mesmo colocando todas as opções a meu favor o jogo não fica mamão-com-açúcar nem nada e ainda não o terminei (ruim como sou, só cheguei até o quarto andar conforme mostra a imagem acima), mas pretendo continuar jogando quando estiver mais tranquilo.

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