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Archive for fevereiro \28\UTC 2013

(Review – Android) Coin Dozer

28 de fevereiro de 2013 Deixe um comentário

Uma das coisas que se pode fazer para destravar os modos extras do GYRO sem pagar é baixar certas apps nada atraentes. Na lista havia um tal de Coin Dozer da Game Circus, que eu lembro de ter visto, sem prestar muita atenção, enquanto pesquisava sobre o final do Zookeeper DX.
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O jogo é baseado naquelas máquinas que eu tenho visto desperdiçar espaço nos Playlands desde os anos 2000, em que o jogador insere uma ficha que é empurrada por um bloco para cima de um punhado de outras fichas, que renderão tickets ao jogador caso caiam da plataforma.

Pelo menos é assim que eu acho que o negócio funciona, já que nunca tive o interesse de gastar dinheiro nisso. Fracassos em UFO Catchers e Stack ‘ems já me frustaram o bastante e esse negócio nem me parece tão interessante como eles, além de custar uns 4,50 por cada porção de fichas…
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No gameplay, o que se deve fazer é tocar no topo da tela para colocar de uma a quatro fichas, que são recuperadas e rendem experiência caso caiam para baixo, mas são perdidas se caem dos lados esquerdo e direito da tela. O lado positivo de perdê-las é encher uma barra que permite chocalhar a plataforma, algo útil quando fichas estão perto do fundo da tela, mas tendendo a cair pela lateral.

A princípio o jogador tem 40 moedas para usar, que se regeneram a cada 30 segundos de jogo ou seis minutos quando ele está desligado. A cada 10 levelups o limite recua em uma unidade. Claro que há a infame possibilidade mercenária de comprar pacotes de moedas ou uma opção de remover os comerciais do fundo da tela. Falando nisso, de vez em quando uma propaganda interrompe completamente o gameplay e às vezes faz o jogo travar.
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Quando 4 ou mais moedas caem de uma vez, surgem powerups que podem invocar mais moedas, chamar uma gigante que treme a plataforma, dar exp extra ou erguer muros temporários para evitar a perda de moedas e items por uns 3 turnos. O muro é melhor usado quando ainda há várias moedas disponíveis. Quando ele não está ativo, é uma desgraça ver itens surgindo em posições que os tornam impossíveis de obter, não importa o que seja feito.

Um conjunto completo de apitos permite evitar a perda de itens e facilita a obtenção de novos upgrades, mas os itens especiais especiais da lista “puzzle” ainda serão perdidos se caírem pela lateral…

Em geral, tudo o que se faz no jogo é derrubar as moedas de quatro em quatro e observar elas com a curiosidade de quem vê chuva caindo em janelas para saber o propósito das coisas travadas na tela “Puzzle” enquanto o jogo se facilita de pouco em pouco para se manter atrativo. O máximo de legal para se fazer é ver o quão longe se pode chegar antes de ficar sem moedas. Fora isso, Coin Dozer é um passatempo bem estúpido, como olhar cola secando. Ainda mais quando fica com slowdown ou trava, mesmo sendo um jogo single-screen simples.

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Gameplay da Milla no Freedom Planet

27 de fevereiro de 2013 Deixe um comentário


Após o Kickstarter bem-sucedido, o Strife continua o trabalho no Freedom Planet, como demonstrado no vídeo acima com a jogabilidade da terceira personagem jogável e uma fase nova.

E ainda sobre a engine Sonic Worlds, o Dimension Warped postou na SFGHQ a fonte da Madcap Grotto que ele lançou na SAGE 2011.

(Review – Android) GYRO

20 de fevereiro de 2013 1 comentário

Tenho procurado alguns jogos offline para jogar no Android quando não tenho internet para jogar o Zookeeper Battle. Enquanto separava bobagens das coisas boas, descobri o GYRO através do blog Indie Android Games.
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Neste jogo recente da Vivid Games, as regras são simples o bastante para serem adivinhadas com um rápido olhar num screenshot e são demonstradas já na tela-título do jogo: o jogador gira com toques um disco dividido em 3 cores que está atraindo bolas coloridas que devem aterrissar na parte do disco correspondente as suas cores.

Cada parte do disco possui HP próprio e se um deles zerar, Game Over. Algumas bolas possuem powerups que protegem o disco, recuperam HP ou deixam as bolas lentas. Outras causam efeitos negativos à jogabilidade se baterem na cor errada do disco.
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Há um multiplicador de pontos que aumenta conforme as bolas caem sem erro, sendo que o número de acertos necessários para o próximo level up é igual ao multiplicador atual. A complicação é que um único erro diminuirá o multiplicador por um.

Há um sistema de Continue que recomeça o jogo 90 segundos antes do atual High Score com o melhor multiplicador obtido até então. Isso é útil não só para alcançar e melhorar o recorde mais rapidamente, mas também para começar a jogar já com uma dificuldade mais intensa, com as 3 cores caindo rapidamente ao mesmo tempo, ou alternadamente numa mesma posição.
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Além do modo Arcade o jogo tem um Time Attack, um Hardcore e vários Challenges – todos travados pelo preço de 1,29 dólares. Também é possível destravá-los com certos malabarismos como downloads de outras apps, um joinha no Facebook e um review na Play Store.

Em geral GYRO é um jogo elegante e divertido em sua simplicidade gráfica e de gameplay. Só lembrem-se de nunca tocar o centro do disco enquanto o gira, senão a jogabilidade endoida. Apesar de 3/4 do jogo não serem grátis, não são caros e o modo Arcade já justifica o download.

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(Review – Game Boy) Yoshi’s Cookie

9 de fevereiro de 2013 6 comentários

Desde alguns meses eu tenho pensado em ir à Santa Efigênia procurar lojas retrogamisticas com cartuchos de Game Boy (Color) para jogar no meu GBASP que tá quebrado e não roda mais jogos de GBA.

Fiz isso hoje e comprei um Yoshi’s Cookie japonês por 10 reais. Depois de voltar do passeio, liguei o GBASP e surgiu uma descarga elétrica que arrebentou por dentro a tela do portátil, enchendo-a de pontos e riscos.

Puta que pariu.
YCookieTitle
Yoshi’s Cookie existe no Game Boy, NES e o SNES. A versão de GB foi lançada em 1992. É um dos muitos jogos que eu conhecia só o nome sem nunca tinha visto nem um screenshot, mas como eu sabia que ele é um puzzle simples e sem enredo, me pareceu uma boa opção de compra mesmo que o cartucho seja o japonês.

Yoshi e Mario aparentemente estão organizando biscoitos para empacotá-los. É fácil entender as regras do jogo: cada fase começa com um grupo de biscoitos na tela e com o botão A e as setas, deve-se arrastá-los para formar linhas e/ou colunas de um tipo de biscoito para elimina-los até limpar completamente a tela. O Game Over ocorre quando a tela fica entupida.

Ao completar uma linha a produção de novos biscoitos é atrasada. Como a velocidade dos próximos biscoitos aumenta conforme se marca pontos, é preciso limpar a tela rapidamente antes que tal meta se torne impossível.
YCookiePlay
O jogo registra combos quanto duas ou mais linhas/colunas são eliminadas em sequência. O botão B acelera a produção de novos biscoitos quando movimentos não são possíveis e o biscoito-Yoshi pode ser usado como coringa, completando qualquer grupo.

Tem também um modo competitivo em que ficou visível o quão ruim eu sou para visualizar rapidamente possibilidades de combo nesse jogo. E o pior é que nesse modo o Yoshi é um tipo extra de biscoito e não serve para completar os outros. 4 pessoas podem jogar nesse modo se tiverem o equipamento adequado, o que não é o meu caso.
Yoshi's Cookie (USA, Europe)_08
Em geral, Yoshi’s Cookie é um puzzle bacaninha e bom para passar o tempo. Foi legal eu ter encontrado ele barato. É. Joguem um pouco se tiverem a curiosidade. Hmrm.