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Expo SP Jam no SESC Santana


Por acaso a exposição de jogos indie brasileiros criados durante a SP Jam que ocorreu em Agosto está acontecendo no SESC Santana. Fui lá há três dias (9/10) para ver as novidades.

A exposição se encontra na “lan-house” do local. Há uma estante com diversos jogos de cartas e tabuleiros com temáticas incomuns (onde eu compro o baralho de jogo de luta?) e ao lado disso um punhado de cartuchos de Atari com artworks bacanudas nas labels. Também havia um arcade ao lado, mas estava desligado.

Apenas dois computadores estavam disponíveis pra jogar. Como o lugar estava quase vazio, só tive que aguardar uns 10 minutos pras crianças me passarem a vez. Há 17 jogos para ser escolhidos no menu. Alguns deles, como Baddies Beat, precisam de browser pra funcionar… e realmente não funcionavam. Outro caso estranho foi HMS Lemuria, que não cabia na tela. E sim, esses problemas ocorriam nos dois computadores.

A falta de instruções também atrapalhou. Dungeon Looters parecia legal, mas pediu para dois jogadores apertarem Start ao mesmo tempo e eu não tive idéia de como fazer aquilo. Este jogo, como outros na lista, deve ter sido feito para ser jogado com joystick, mas não havia nenhum.

A seguir um pouco sobre 3 jogos que joguei:

Paper Wars, um jogo de plataforma e tiro sobre stickmen num mundo de papel, estava divertido mas o mapeamento dos controles no teclado me deixou desorientado e eu acabei desistindo.

Breu é um jogo único em que o personagem tem de encontrar a saída do calabouço em que se encontra. Digo que é único pois a partir da segunda fase não se vê nada na tela. A intenção é que um segundo jogador, possuidor do livrinho com os mapas de cada fase, guie o primeiro através dos sons de madeira, ossos ou água que ele ouve enquanto anda.

Por fim, Woopa é um jogo de plataforma em que personagens de forma semelhante ao Lolo, o Mettaur e o Kirby, porém com cara de velhos, devem soltar prisioneiros e trabalhar em equipe para ao menos um chegar no final da fase. A maioria deles são abandonados ao serem usados como plataforma para passar por barreiras altas ou buracos com espinhos. A build do jogo tinha só duas fases, mas um bug perto do fim que joga os personagens pro céu me enrolou por várias tentativas. O jogo foi divertido e sua música repetitiva, porém legalzinha e memorável.

Enfim, tem Jogos Indies Brasileiros em Santana. Vão testá-los também se puderem, antes da exposição acaber em 28/10.

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