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(Review – PSX) Donald Duck: Goin’ Qu@ckers

Donald Duck: Goin’ Qu@ckers é o antepenúltimo jogo do Pato Donald, criado pela Ubisoft na engine do Rayman 2 na época em que Carl Barks (o Homem Dos Patos que criou muitas coisas importantes no mundo do Donald nos quadrinhos) morreu e dedicado a ele. Alguns detalhes do enredo variam entre as versões do jogo, mas em geral é sobre a jornada de Donald para salvar Margarida, que foi capturada por Merlock, o vilão do filme de DuckTales.

O título só aparece depois de escolher o New Game.


O jogo foi lançado em 2000 para o N64, o PSX e o Dreamcast, com versões 2D pro GBC e pro GBA e um remake em 2002 pro PS2 e pro Game Cube. Eu sempre via este jogo nas lojas quando era criança mas nunca o joguei até alguns “dias atrás” (“dias atrás” geralmente se transformam em meses quando sou eu escrevendo o texto), mais uma vez graças a emuladores. A versão comentada aqui é a de PSX, cuja trilha sonora composta por Shawn K. Clement está presente na maioria das outras versões.

Como o jogo é em 3D e o PK: Out Of The Shadows que a Ubisoft fez depois eu já joguei e achei medíocre, tive medo deste também ser, mas o que aconteceu é que Goin’ Quackers me parece mais digno de ser uma continuação do meu favorito Lucky Dime Caper do que o Deep Duck Trouble.

O gameplay é bem simples: o Fauntleroy pode saltar em inimigos, socá-los caso isso não seja possível e consegue dar pulos duplos. O pato é ágil e o level design faz bom aproveitamento de gimmicks enquanto permite ao jogador passar pelas fases sem parar muito dependendo de sua habilidade.

A dificuldade não é alta e vidas extras são abundantes, mas deve-se tomar cuidado pois o Donald tem apenas 2 HP. Algumas fases em modo Time Attack tem um limite de tempo bem tolerante, enquanto outras estarão perdidas se morrer mais de uma vez. O prêmio por terminar cada conjunto de fases no Time Attack é uma roupa pro Donald. Uma é a camisa florida que ele usa em Quack Pack, com um boné que remete a Maui Mallard. Outra é certamente baseada no Indiana Jones e consequentemente, no Quackshot.

Há fases extras em que o Donald corre de algum inimigo invencível tal como foi feito no Deep Duck Trouble. Para destravá-las é preciso encontrar brinquedos que os sobrinhos do Donald inexplicavelmente perderam nas fases normais. Ao ativar o item que deixa os brinquedos tangíveis, deve-se pegar o brinquedo antes do limite de tempo acabar. Raramente é necessário se esforçar para pegar algum deles, o que torna essa sidequest bem inútil.

Também desnecessário é ter que pegar esferas de energia estupidamente mal escondidas nas fases para destravar os chefes. Os chefes são todos do tipo “desvie de um punhado de ataques e revide quando o inimigo se torna vulnerável” e não são complexos, mas repito que o Donald só tem 2 HP.

As 16 fases mais 4 extras e 4 chefes não duram muitas horas, mas Goin’ Quackers é bonito, tem boa música e diverte genuinamente. É terrível lembrar que nenhum jogo novo do Donald foi feito desde meados dos anos 2000 até hoje…

  1. 3 de setembro de 2012 às 9:40 PM

  2. Hysterical Dark
    24 de setembro de 2012 às 11:43 PM

    Nossa, vc me deixou nostálgica agora.
    Quando eu era criança acho que zerei umas duas vezes esse jogo hehe

    • 25 de setembro de 2012 às 3:33 AM

      De nada.
      Teu comentário é o 650.
      A commenter is you!

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