Arquivo

Archive for fevereiro \14\UTC 2012

(Review – GBA) Vattroller X

14 de fevereiro de 2012 1 comentário

Título: Vattroller X
Console: Game Boy Advance
Produzido por: Ganbarion
Lançado em: 28/10/2004


Bem, eu já comentei sobre o Vattroller X por aqui antes mas nunca fiz um post-resenha. O jogo é um Action RPG pro GBA que foi lançado pela Ganbarion só no Japão em 2004. Se a “Ganbarion” lhes parece familiar, deve ser porque vocês conhecem o Jump Super Stars que eles criaram depois.

Eu ainda não conheço o mangá em que o jogo é baseado (nem há como, atualmente), mas me parece que é um shonen em que Jin Tsukahara (eu só sei o nome dele por causa da única fanart existente na DeviantArt) compete com seus amigos e rivais em duelos de sinuca humana, que é um esporte serious business como de costume no gênero.

No jogo, o gameplay durante as lutas é um beat ‘em up semelhante a Zelda. É possível equipar armas nos botões A, B e R e fazer pequenos combos, ataques carregados ou ataque + seta com elas. Certas combinações de botões fazem coisas como ativar um ataque de longo alcance que para o tempo, o que custa um pouco de MP. Eu não uso muito esse negócio, mas é uma tática irritante da CPU usá-lo sempre que possível.

Ao nocautear um personagem, ele vira uma bola e você tem de encaçapá-lo num dos buracos presentes na arena para ganhar pontos. Caso você apanhe e vire bola, terá que tentar evitar ataques inimigos e buracos até voltar ao normal. Toda vez que um personagem é nocauteado ele sofre um corte em sua barra de HP que é adicionado ao tempo de recuperação quando em modo bola. Quando um único ataque puder lhe derrubar, é preferível perder um ponto se matando do que ser encaçapado por seus oponentes.

Os personagens também podem se transformar em bola (na forma de alguma criatura, os “Armulets”) com o botão L, o que causa dano razoável e serve para manter distância ou rebater inimigos nocauteados (é mais fácil rebater bolas usando essa forma ou os escudos).

No mais, há alguns itens que surgem quicando pela arena de vez em quando. Eles podem ajudar com HP ou velocidade ou atrapalhar com perda de HP e MP. Em geral o sistema de combate do jogo é bem divertido, mas os ataques que param o tempo são uma ideia desnecessariamente frustante e irritante.

Há um modo Story e um modo RPG no jogo. O modo RPG começa travado, então é preciso acompanhar as 3 primeiras aventuras de Jin para destravá-lo. O quarto capítulo dele é opcional. Depois há três outros que serão destravados durante o modo PPG e um último que é secretíssimo.

O modo Story traz apenas cutscenes e alguns duelos. É no modo RPG que está a maior parte do conteúdo. Após escolher um Armulet (o que determina os atributos do personagem), um avatar e passar por alguns tutoriais redundantes, pode-se explorar o mundo do jogo, comprar armas e resolver quests.

Existe um limite que impede que vários equipamentos fortes sejam equipados de uma vez, o que pode ser melhorado dependendo do Armulet escolhido e dos upgrades selecionados em cada Level Up. No começo, a maioria dos tipos de armas não podem ser usados. É preciso buscar os carinhas importantes do jogo e derrotá-los para resolver isso.

Todos os NPCs enfrentados podem ser comprados em lojas para serem usados no minigame VRX, que é um modo livre que pode ser jogado em multiplayer. É algo que não me serve pra muito, mas que é legal da parte dos autores.

Por fim, há no jogo uma mecânica equivalente aos Number Traders da série Mega Man Battle Network. A maquina vermelha usada para guardar equipamentos (cuja interface é semelhante aos Pokéboxes de Pokémon…) possui uma opção para inserir senhas. Essas senhas podem ser usadas para destravar o capítulo secreto do modo Story, armas e 3 personagens numa das lojas. Esses três personagens são Zoro, Kogenta e Beet, de outros mangás da Jump.

Mesmo com essas cameos o jogo é obscuro pra caramba e essas senhas só estavam disponíveis num jogo de cartas da série e em sites japoneses de truques, o que eu só descobri recentemente (Ainda por cima, a minha caixinha do jogo que tem 3 cartas dentro sumiu durante uma mudança). Se precisarem, leiam meu outro post sobre o jogo para ver a lista de passwords que o E. Shiroma me passou, sim?

Enfim, não tenho como dizer algo sobre a história, mas o gameplay é legal, a barreira linguística não atrapalha a jogatina e os gráficos e músicas são satisfatórios. O modo RPG dura um bocado e tem até alguns extras, como um final alternativo… que eu ativei uma vez sem entender como. Vattroller X é uma boa pérola do GBA que nem a fanbase ocidental de One Piece viu e que eu fico feliz em poder desenterrar.

(Devlog) Xoters, Versão 0.972

12 de fevereiro de 2012 Deixe um comentário


Novidades:
-Total de 9 inimigos
-Salvamento de melhor tempo e score

Faltando:
-Chefe final
-Cutscenes
-Diálogos
-Chefes extras
-…Músicas. *capota*

Download:
http://www.mediafire.com/?us3vbo9de0665
http://www.wuala.com/Hyper%20Emerson/Projetos/Xoters/

(Review – PC) Block Shot

11 de fevereiro de 2012 Deixe um comentário


Há muito tempo (por volta de 2007), eu ví na BR Maker um sujeito chamado Skilo postar uma demo de um puzzle chamado Block Shot. A demo era em preto-e-branco e a versão final e colorida parecia estar perto de ser lançada, o que pelo que eu sei nunca aconteceu.

Atualmente a BR Maker não existe mais, o blog do Skilo sumiu, o link da versão preto-e-branco na Casa Dos Jogos tá quebrado e quase nada sobre o jogo aparece no Google, mas hoje eu finalmente consegui encontrar uma versão do Block Shot para comentar aqui. Ela é colorida, mas não é final.

Block Shot me lembra de um minigame do robô-brinquedo Ir-V (…Quantos entre vocês entenderam isso?) e além disso, as músicas de Mega Man Zero usadas aqui me fazem lembrar do minigame do Copy X no Zero 3, que também tem gameplay semelhante.

E que gameplay é esse, vocês perguntam. Bem, com as setas cima e baixo nós controlamos um canhão que atira blocos. Com as setas esquerda e direita trocamos a cor deles (são quatro) e para atirar deve-se apertar Ctrl. Os Blocos-obstáculos só podem ser destruídos por blocos de mesma cor.

Não há mecânica de combos no jogo, mas erros são punidos com diminuição de pontos. No modo Resistência, a CPU manda blocos pro lado esquerdo da tela. Se algum deles escapar ou acertar o canhão, o jogo acaba. Há também o modo Tempo Limitado, em que uma parede 3×7 de blocos aleatórios deve ser destruída em 20 segundos. Nesse modo não é possível se teletransportar do topo da tela para o fundo e vice-versa, o que é uma complicação desnecessária de jogabilidade.

Em geral, Block Shot é um bom minigame que funciona bem como um passatempo (bem, o modo 2 é mais ou menos). Eu ficaria contente em ver uma versão definitiva disto.

Download:
http://spaceprojects1.freeweb7.com/block_shot.html

Categorias:Games, Indie, Reviews Tags: