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Archive for dezembro \29\UTC 2011

(Review – Browser) Rokko Chan

29 de dezembro de 2011 Deixe um comentário


Enquanto lia o blog IndieGames durante o Natal, descobri que King, o cara que outrora criou o jogo que inspirou o I Wanna Be The Guy, lançou um Mega Man Com Mina Animé chamado Rokko Chan.

Diferentemente do Mega Mari e do Rosa Créu Estilete Rosenkreuzstilette, o jogo é 8-bits e apesar da protagonista menina os Robos Mestres são todos homens. A historinha, que pode ser lida em inglês ao mudar uma opção na tela inicial de loading, começa com o Dr. Thane ativando Rokko Chan, que aparentemente é uma robô com as memórias de sua filha falecida ou coisa do tipo. Logo em seguida surgem notícias de que Dr. Mad está dominando o planeta com seus robôs mestres e Rokko imediatamente parte para derrotá-los.

A jogabilidade é a de sempre, mais as peculiaridades da personagem. Rokko pula uns 16 pixels mais alto que o Mega Man e possui um Dash como o do X, que reduz a altura do pulo mas é útil para se esquivar de ataques e pular buracos.

Há apenas 6 robos mestres, ao invés dos 8 que se tornaram padrão a partir de Mega Man 2. Felizmente, as 6 fases são bem bacanas e trazem algumas gimmicks inéditas. O level design tem seus momentos complicados, mas não é nada que não dê pra resolver após uma ou duas tentativas. Os infâmes Blocos Yoku são usados poucas vezes e sem aquele maldito truque de por um em cima do outro. Os lasers da fase do Quick Man não aparecem em momento algum.

Os gráficos são bacanas e bem detalhados. Não sei se o jogo quebra alguma regra de como o NES funciona, mas é convincente. A trilha sonora também é boa, mas não tão memorável, ainda que o tema de batalha final seja muito bom. Após terminar o jogo, um Sound Test e uma lista de achievements são destravados. Também é possível recomeçar o jogo com munição infinita ou num modo que sempre deixa a Rokko com 1 HP.

Enfim, é um fangame com o nível de qualidade que se espera de um Mega Man oficial. Deve servir para preencher um pouco do buraco no coração de quem tá triste com o recente tratamento do Mega Man pela Capcom e tal.

Joguem o jogo neste site:
http://king-soukutu.com/flash/rokko.html

Ordem dos chefes:
Rolling Man>Lightning Man>Hockey Man>Volcano Man>Forest Man>Jet Man

Artbook (online) e OST (download):
http://indiegames.com/2012/01/rokko_chan_artbook_free_soundt.html

Artbook ripado:
http://www.rphaven.org/gs/stuff/rokkobook.zip

...Cadê O Cano?

Diário de Buddy Rush: Que diário?

27 de dezembro de 2011 Deixe um comentário



Ah sim, eu tinha uma série de posts sobre as fases do Buddy Rush, não? Agora que eu finalmente consegui fazer o jogo rodar novamente, posso continuar de onde parei.

Depois de Questern, meu Worrier foi pra Kanbucay, que é uma praia. A historinha ali é que os heróis encontram Bearnado, um dos chefes do capítulo 3, e decidem perseguí-lo.

Bearnado diz que está procurando um tesouro. Os heróis roubam um barco e vão atrás desse tesouro, mas descobrem que foram enganados e não há tesouro. Bearnardo é espancado após tentar emboscar os heróis, mas é salvo por Skully, uma das classes jogáveis.

Worrier e seus dois asseclas constroem um barco e saem da ilha. Eles descobrem que Skully está sendo chantageada para trabalhar com os vilões e decidem ajudar a irmã dela a salvá-la. Os guerreiros recuperam um diário, enfrentam um peixe-pirata doido na fase final e todos comemoram.

Duas das fases mais notáveis nesse capítulo foram as em que os personagens navegam num barco. O objetivo na primeira é pegar peixes e na segunda é chegar ao fim da fase. O barco não é exatamente legalzão de se controlar e sua velocidade depende do nível dos personagens, que também perdem HP conforme remam. Eu até que gostei dessas fases, mas elas dão pouco exp, só precisam ser jogadas duas vezes e podem se tornar um desastre caso um dos personagens capote.

A fase mais difícil foi a da emboscada, pois deve-se enfrentar MUITAS ondas de inimigos e entre eles estão vários pelicanos, que são os inimigos normais mais poderosos que apareceram até agora e marcam presença constante neste capítulo.

No próximo post eu tentarei contar sobre Oriac. Essa parte do jogo tá com um ritmo bem lento, exigindo level ups demais para destravar cada fase. Para piorar, essa fase é mais um deserto e uma reciclagem noturna do capítulo dois, ainda por cima.

Todavia, eu vou continuar jogando para poder ver os dois novos capítulos que instalaram recentemente.

O que eu joguei em 2011

15 de dezembro de 2011 27 comentários

Como sabem, há um mês o Ighor Henrique convidou os grandes retromans da blogsfera brasileira e este idiota aqui para comentar sobre os jogos que jogamos durante 2011.

Então eu passei o mês inteiro andando em círculos como sempre, escrevendo alguma coisa quando a inspiração aparecia… e apagando tudo no dia seguinte. E quando chegou o momento do tudo ou nada, eis que uma tempestade terrível surge e mata minha internet!

E a cereja no bolo é que eu deixei o post agendado pro dia da meme sem ele estar pronto, como se houvesse a menor possibilidade de eu mudar e escrever algo sem atrasos!

Por sorte, o post não foi publicado automaticamente, talvez porque o WordPress considere “00:00” como meia-noite.

Mas enfim, neste post eu tento me lembrar das coisas (geralmente freewares ou emuladas) que joguei em 2011 e comentar sobre elas. Eu tô devendo posts de reviews pra maioria… isto deve servir por enquanto.

-Wind and Water: Puzzle Battles (PC)

Este puzzle originalmente lançado para o Dreamcast e o GP2X foi portado gratuitamente para computadores no começo do ano. Para destruir blocos é preciso girar grupos para formar losangos de uma cor só. Há 3 mecânicas de combos que exigem muita velocidade nos dedos e nos olhos para marcar pontos.

O jogo tem um modo story bem longo com diversas missões, oportunidades para quebrar sequência, minigames e alguns segredos. Foi muito bacana ver um jogo deste calibre ser lançado de graça.

-Speedy Eggbert 2 (PC)

Speedy Eggbert é um jogo de plataforma que não é muito popular, mas que foi vendido a preço de banana neste país há alguns anos. Neste ano eu descobri que existe uma continuação, que eu logo conferi através de métodos ilegais.

Infelizmente, Speedy Eggbert 2 é um caso ruim de mais do mesmo, tanto que nem se importaram de trocar a trilha sonora. O bom é que o editor de fases continua lá, com novas gimmicks para galera se divertir.

-Streets of Rage Remake (PC)

Às vezes a I.A. é uma porcaria.


Se dizem que Streets of Rage 2 é o melhor beat’em up já criado, então o que dizer de um fangame que funde a trilogia, trazendo todos os personagens, fases e ainda mais novidades? Eu acho que a terceira fase final é uma porcaria, mas tirando isso, SORR é perfeito.

E ainda bem que a Sega baniu o jogo tarde demais.

-“Manos” The Revenge of Torgo

Foi só quando The Revenge of Torgo foi lançado que eu consegui escrever o review do Mega Man Vs. Reirom. Consequentemente, acabarei atrasando o review de The Revenge of Torgo até o lançamento de Eldaiya.

Bem, Revenge of Torgo é um crossover de Splatterhouse com o filme trash “Manos” The Hands of Fate. Não é um kusoge como o MMVSRR mas ainda é bem doidão. É curto mas bem legal. Foi até divertido caçar os achievements!

-Psycho Waluigi (PC)

Waluigi é um personagem inútil da série Mario que só aparece nos spinoffs esportivos, mas é carismático e tem fãs. É pouco provável que a Nintendo crie um jogo pra ele, mas de qualquer forma, a aventura perfeita para o Mario Roxo já existe na forma deste fangame, Psycho Waluigi.

Com seus poderes psíquicos, Waluigi pode pegar e arremessar praticamente qualquer objeto e usar as habilidades de certos inimigos de forma semelhante ao Kirby. As fases são muito criativas e únicas e os chefes no final de cada capítulo são ótimos.

-Spiral Knights (PC)

Spiral Knights é um hack and slash online com jogabilidade semelhante aos Zeldas 2D. Apesar de certos limites e do level grinding extremo, o jogo é muito bom e divertido. Eu não tenho jogado muito porque meu netbook (e/ou minha conexão) roda o jogo com constantes e graves quedas de FPS, o que não prejudica apenas eu, mas também qualquer azarado que acabe na mesma equipe que eu (Como o HP inimigo depende do número de jogadores, toda a equipe tem de ser esperta.). Se você que está lendo isto tem uma máquina melhor do que a minha, recomendo fortemente este jogo.

-Quake (PC)

Quando eu era criança e ainda estava na primeira série, uma professora nos introduziu aos computadores para jogar Quake e nos tornar homicidas no futuro.

Há algumas semanas eu baixei uma cópia do Quake sem trilha sonora para jogar até o fim. É um joguinho bem perfeitão, não? É bem fácil e intuitívo de se jogar (nem tem botão de usar items/abrir portas), tem fases legais, um elenco interessante de inimigos e muitos segredos que fazem bom uso do level design e da habilidade de pular (que era inédita na época).

E a arte de speedrunning surgiu deste jogo. Uau.

-Power Shovel (PSX)

Zoiem só, algo na lista que não é de PC!
…Mas que eu joguei em emulador…

Power Shovel é um desses jogos japoneses com premissa única e pitoresca. No controle de um trator carregadeiro, é necessário pegar coisas com a pá ou destruir obstáculos. A jogabilidade é complexa e é fácil ficar sem entender como mover a máquina nas primeiras jogadas. O que complica mais é que o tempo para completar cada missão é curto e há várias formas de ser penalizado.

Além das várias missões há um simples editor de fases. É um jogo difícil, mas deveras interessante.

Treasure Adventure Game (PC)

Treasure Adventure Game acabou de ser lançado para ajudar a fechar o ano indie freeware com chave de ouro. É um metroidvania bem grande e fantabuloso.

-Sonic Classic, Sonic Axiom e Sonic Before The Sequel (PC)

Hoje em dia a comunidade da série Sonic tem material pra criar fangames altamente fiéis a trilogia do Mega Drive, mas o problema é que levar um projeto até o fim é algo que poucos conseguem.

Sonic Classic, Axiom e Before The Sequel são os primeiros fangames completos e criados no Sonic Worlds. Os três tem seus altos e baixos, mas em geral são bem bacanas. Como cada criador tem uma visão diferente de level design e gráficos, os 3 jogos são bem distintos.

Lista gigante de blogs participantes da meme:
O Ácido Cinza
Marvox Brasil
Canal Primastart
Fórum Retro Games Brasil
Retroplayers
Gagá Games
Passagem Secreta
Blog do Kyo
Glstoque
Game Sênior
Cosmic Effect
Gamer Caduco
Sega Forever
The Twosday Code
Relíquias do Mame
Shugames
Meio Orc
Santuário do Mestre Ryu
Memórias de Um Lobo de Madeira
Olha Mãe Meu Blog de Video Games
Alforje
How Far You Can Get
Super Controle Podcast
Game Genius
Game Play Blog
Stage Bonus
Vão Jogar!
Museum dos Games
Blog Edi (FZ2D) Retro Reviews

Gotta Go Fast News: A arte de correr como um idiota e o devlog de Sonic CD

13 de dezembro de 2011 6 comentários


Há pouco tempo o Zac Gorman do blog Magical Game Time fez uma gif do Sonic andando e comentou como é bonitinho ver o Sonic correndo feito um idiota. Instantes depois o negócio virou meme e um monte de imagens foram criadas por outros fãs. Vocês podem ver os desenhos no tumblr Dumb Running Sonic.


Ainda sobre o Sonic, a Sega postou um video sobre o Sonic CD em que um sujeito chamado Kazuyuki Hoshino comenta sobre o desenvolvimento do jogo numa sala cheia de pedras (?!). Várias artworks inéditas aparecem durante o video. A data de lançamento do novo port ainda é um mistério.*

*Já lançaram o jogo.