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Archive for novembro \13\UTC 2011

Sonic the Hedgehog Omo- OmoChao Says: “You wrote the title of the post!” *TATATARANANANANANANANA*

13 de novembro de 2011 6 comentários

OmoChao Says: "You uploaded a picture!" *TATATARANANATATATARANANANANANANANA*


Sonic the Hedgehog OmoChao Edition é um novo hack criado por Cinossu, o autor de Sonic 1 SAGE Edition. Assim como o Red Rings e o 2 XL, este é um hack em que itens devem ser evitados.

Sonic é acompanhado por um Omochao (Infâme Criatura-Tutorial de Adventure 2) o tempo todo. Sempre que Sonic pega um anel, destrói um badnik, usa itens, pula em molas e etc, o maldito chao-robô para o tempo – mas não o relógio do game – para dizer um comentário óbvio sobre o que acabou de acontecer.

OmoChao Says: "You uploaded another picture!" *TATATARANANATATATARANANATATATARANANANANANANANA*"


Ao mesmo tempo, o jingle de 1up é tocado. Quanto mais comentários o robô fazer, mais vezes o jingle se repetirá em tons cada vez mais agudos antes do gameplay voltar ao normal (notem que o Time Over ocorre aos 30 minutos).

O objetivo é chegar ao final de cada fase sem o Omochao falar muito para ganhar medalhas e uma passagem para os Special Stages (onde o Sonic tem um escudo que bloqueia o Omochao). Após terminar cada fase ao menos uma vez é possível ver os créditos, onde o Dr. Eggman aparecerá fazendo malabarismos com as esmeraldas e medalhas perdidas ou irritado caso o jogo for 100% terminado.

OmoChao Says: "You uploaded another picture!" *TATATARANANATATATARANANATATATARANANATATATARANANANANANANANA*"


Enfim, é um hack interessante, criativo, engraçado e irritante que certamente eleva o Omochao a posição de ajudante mais desgraçado da história. Nem a Navi era tão ridícula assim.

No futuro, este hack terá suporte ao Retro Channel, pro povo poder competir e comparar placares. Já venho esperando o retorno desse grande canal por cerca de 1 ano, então que não demorem muito. =T

Download:
http://info.sonicretro.org/Sonic%20the%20Hedgehog%20OmoChao%20Edition

OmoChao Says: “You finished a new article!” *TATATARANANATATATARANANATATATARANANATATATARANANATATATARANANANANANANANA*

CALA A BOCA, OMOCHAO!!

(Review – SNES) The Twisted Tales of Spike McFang

10 de novembro de 2011 Deixe um comentário

Título: The Twisted Tales of Spike McFang
Console: SNES
Produzido por: Bullet Proof Software e Red Company
Lançado em: 1993/1994


The Twisted Tales of Spike McFang é a continuação do Makai Prince Dorabocchan, que foi lançado em 1990 pro PC Engine no Japão. Enquanto que o primeiro é um jogo de plataforma, esta continuação é um jogo de ação com visão aérea e mecânica de Level Up.

O enredo conta sobre 3 reinos cheios de seres sobrenaturais que viviam em harmonia até que um dos líderes, Von Hesler, resolveu dominar geral. Depois que Spike, o príncipe de Batland, termina seu treinamento, ele se reúne aos filhos dos outros líderes para resolver a situação.

Os movimentos de Spike são completamente diferentes daqueles que ele tinha no primeiro jogo. Seu ataque normal é girar e cortar os inimigos com vento. Se Spike girar várias vezes seguidas, o ataque alcançará mais longe, causando grande dano. O problema é que Spike fica tonto e incontrolável por uns 2 segundos e meio, o que é tempo suficiente para ser mutilado pelos inimigos sobreviventes.

Ao segurar o botão de ataque, Spike faz sua cartola flutuar para ser arremessada como um bumerangue. O chapéu mais forte disponível persegue inimigos por um tempo após ser atirado, o que é bem útil.

Spike também pode usar cartas que devem ser compradas em lojas. Ele pode usá-las para se curar, atacar inimigos com magias e invocações, parar o tempo, tornar-se invencível ou escapar das dungeons. Elas são muito úteis. Os botões L e R são usados para navegar pela lista de cartas e o A as usa. Na versão americana é possível deixar o espaço vazio equipado, para não desperdiçar cartas por acidente.

Na versão americana colocaram uma múmia no lugar da oni. =T


O problema é que as lojas de cartas só aparecem no começo de cada “capítulo” e as cartas ofensivas são vendidas de forma aleatória. Não há baús com itens neste jogo. Pior ainda é que a parte final do jogo não tem lojas! Ainda pior é ver inimigos dropando grandes quantias de dinheiro nessa situação…

O herói passa a maior parte do jogo acompanhado por um personagem que lhe dá suporte. O problema é que eles são bem idiotas. Eles são invencíveis e machucam inimigos por contato, mas raramente atacam por conta própria. Spike deve manipular os movimentos deles ou usar uma “Companion Card” para que eles façam alguma coisa.

O jogo é bem difícil. Spike ganha uma barra inteira de HP a cada level up, mas sempre há um ou outro bicho que arranca um pedaço enorme dela a menos que Spike tenha um nível alto. Os chefes e alguns inimigos grandes possuem uma grande lista de ataques especiais. Curiosamente, é geralmente seguro pular sobre projéteis mesmo que não pareça possível. Alguns chefes também regeneram completamente seu HP, o que é especialmente irritante na versão americana.

Sim, os americanos fuçaram na dificuldade do jogo, aumentando a defesa dos inimigos. Por causa disso, qualquer batalha pode durar uma eternidade e nós somos forçados a passar um tempão numa só tela fazendo level grinding não para aumentar a defesa do Spike, mas sim para fazer mais do que arranhões nos chefes. O HP do Spike também não é recarregado após level ups. Por fim, na tela de game over foi tirada a opção de retornar até o Professor Steam com o HP cheio.

O level design é bom, mas nunca chega a ser tão grandioso como as setpieces da primeira metade do jogo sugerem. A parte final é a pior: depois de passar por uma floresta-labirinto e seu chefe, o que aguarda os heróis na fortaleza final é uma miserável linha reta até os dois chefes finais. O jogo também é muito curto, consistindo de apenas 4 capítulos. Para um jogo do tipo, isso é pouco demais.

Quanto a parte técnica, a diferença de qualidade gráfica entre este jogo e seu antecessor é enorme. Tudo é muito bem detalhado, mas sem perder o aspecto bonitinho e alegre, que é semelhante ao de Earthbound e Ganpuru. Também há algumas boas músicas na trilha sonora.

Por fim, The Twisted Tales of Spike McFang é um jogo que não é tão bom quanto poderia ser ou tão interessante quanto um Zelda, mas ainda é legal e garante diversão por algumas horas.

(Review – Arcade) The Cliffhanger: Edward Randy

3 de novembro de 2011 Deixe um comentário


Há alguns dias eu descobri um jogo de arcade chamado The Cliffhanger: Edward Randy que foi criado pela Data East em 1990. Apesar do nome ele não é baseado no filme Cliffhanger e nem tem um final do tipo cliffhanger, mas copia muito de Indiana Jones, assim como Sly Spy, também criado pela Data East, copiou James Bond.

A historinha, que eu li na Wikipédia porque a abertura do jogo não explica muito e o resto foi removido da versão americana, se passa na Europa dieselpunk por volta de 1930, onde uns pseudo-nazistas forçam um cientista a criar um robô gigante poderoso…

…que os caras não podem ativar, pois o cientista conseguiu entregar a chave para sua neta, que decide pedir ajuda ao tal do Edward Randy. O herói acaba tendo de deixar de lado os planos de ver a namorada para chicotear vilões e salvar o mundo.

The Cliffhanger é cheio de ação explosiva e cInEmAtOgRáFiCa. Na primeira fase temos barcos saltitando pela tela numa cópia de uma cena de Indiana Jones e a Última Cruzada que a Lucasfilm não teve competência para jogabilizar na época. A penúltima fase e seus aviões é uma das mais legais que eu já ví, especialmente quando eles começam a se jogar uns nos outros. Já a quarta fase é a mais “chata” pois nada muito extravagante acontece nela.

O jogo é quase todo feito de cenas de perseguição, com o Edward em cima de algum veículo e dezenas de soldados (há uns três tipos que aparecem frequentemente e mais alguns únicos) vindo de todos os lados do cenário, incluindo o background e o foreground. Isso junto dos efeitos de câmera, profundidade, parallax e da boa pixel art tornam as fases algo muito bonito de se ver. As músicas também são bacanas e procuram combinar com o que ocorre nas fases, assim como as falas que deram pro Edward.

A jogabilidade funciona bem, embora não seja perfeita. Para pular pros lados, Edward precisa estar parado, senão ele dá rasteira. Ele também pode prender o chicote em certas partes do cenário e usar um ataque giratório apelão que o torna invencível, mas às vezes é difícil fazer esse movimento funcionar, ainda mais quando o cara tá cercado de inimigos e passa a dar socos ao invés de chicotadas.

Apesar de Edward ter uma barra de corações, ela nem devia estar lá. O HP dele é determinado por quantos pontos ele tem. Pontos são ganhos aos poucos ao matar inimigos e perdidos aos montes toda vez que Edward apanha. Quando Edward fica sem pontos, sai voando pra fora da tela que nem uma folha de papel.

Alguns ataques dos inimigos tiram quantidades absurdas de HP mesmo que não pareçam tão perigosos. E mesmo sendo capaz de correr e atacar inimigos distantes, Edward ainda pode ser espancado facilmente. Terminar o jogo sem morrer só é possível através de movimentos friamente planejados e calculados. Dá também pra jogar em modo de 2 jogadores para facilitar um pouco.

Por fim, Cliffhanger é uma divertida relíquia arcade mais bacana que alguns dos jogos oficiais do Professor Jones, bem parecida com o que a Treasure passaria a criar dois anos depois. Para os fãs de jogos desse estilo, é algo imperdível.