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(Review – Master System/Game Gear) Deep Duck Trouble

Título: Deep Duck Trouble
Console: Master System/Game Gear
Produtora: Sega
Lançado em: 1993


>>Introdução>>>>>
Aproveitando que terminei o post de MMVSRR, vou também parar de enrolar este (primeiro rascunho feito em Março). Deep Duck Trouble é a continuação the The Lucky Dime Caper. Considerando o quanto eu gosto de LDC, quando descobri a continuação eu pensei que estava prestes a jogar o melhor game do Universo.

Mas há um problema: o jogo não foi feito pela Sega. Foi feito pela Aspect. E tal como o Legend of Illusion e o The Lost World feito por eles, Deep Duck Trouble também não tem tanta graça quanto seu antecessor.

>>Sobre o jogo>>>>>
O objetivo de Donald na história é explorar uma ilha em busca de artefatos que revelarão um templo escondido onde ele deve devolver um tesouro amaldiçoado que seu tio Patinhas encontrou.

Vêem, a escala passou de uma aventura pelo mundo a uma aventura por uma ilha só. Há apenas quatro fases com ordem livre mais a fase final. Em compensação, cada fase é mais longa do que as de LDC e cada uma tem dois temas (semelhantes, e.g., Savana-Floresta). O level design em geral é de boa qualidade.

O jogo perde muitos pontos comigo já no momento em que o gameplay começa. O Donald aqui parece lento e pesado (ainda pior com o constante slowdown), apesar da animação de seu sprite ser exageradamente rápida. O Donald também, inexplicavelmente, não tem armas. Tudo o que ele pode fazer (além das “bundadas”) é dar um chute em blocos para acertar de uma forma bem artificial inimigos que simplesmente esperam para serem acertados. É o oposto do que aconteceu em Legend of Illusion.

Os chefes são vitima de outra das infames mudanças de DDT. Donald saiu na porrada com um urso e um leão no jogo anterior, mas aqui ele foge de um simples gorila. Sim, os quatro primeiros chefes são cenas de fuga com scrolling automático. Só o último chefe é enfrentado diretamente e pelo menos ele é melhor do que a Maga no LDC.

Donald tem HP e pode recuperá-lo com sorvetes e carne vindos de Quackshot, o que torna o jogo um pouco mais fácil do que LDC. O único powerup é a pimenta, também tirada de Quackshot. Ao comê-la, Donald fica invencível, mas o powerup é inútil porque dura pouco e não podemos controlar a direção em que o pato corre. Só tá lá pra dar um gostinho do poder que foi tirado de Donald.

Como bom jogo de final de vida de um console, o gráficos de DDT são ótimos e podem até ser confundidos com coisa de um console 16-bits. Não há mais aquela reciclagem de tiles do LDC e o Donald (quase sempre) tem alguns detalhes a mais em suas animações. A trilha sonora, fora o tema da primeira parte da fase e o tema dos chefes que é ótimo, não empolga.

Como o LDC, Deep Duck Trouble também foi portado do Master para o Game Gear, mas as duas versões são praticamente idênticas.

>>Conclusão>>>>>
Deep Duck Trouble tenta deliberadamente ser um passo atras em comparação com Lucky Dime Caper apesar de superá-lo graficamente. Isso é desapontador, mas pelo menos o jogo não chega a ser ruim e até que diverte.

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