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Diário de Buddy Rush: O Deserto de Questern

O negócio chegou ao ponto de ficar um dia inteiro travando nessa parte.


Depois de vários dias com problemas, Buddy Rush voltou a carregar instantaneamente pra mim e eu pude jogar mais algumas fases com o Worrier (mas não tenho tido vontade de jogar com o Wizz). It’s Diário de Bordo time.

No post anterior eu ainda estava no meio do capítulo de Bootomb, derrotando franksteins e ajudando vampiros-de-crapúsculo a derrotar vampiros-wannabe. Houve também uma luta contra uma súcubo-chibi na última missão.

O capítulo seguinte foi Questern, localizado no velho oeste e com índios como vilões. Alguns deles cavalgam em seus cavalos de brinquedo movidos à mola (SÉRIO) e usam uma perigosa sequência de pancadas. Outros atiram bumerangues rapidamente e também podem causar alto dano. Os chefes do capítulo são o chefe da tribo e sua filha que tenta salvá-lo quando ele é capturado.

No meio do capítulo há uma surpresa: os cowboys é que são os verdadeiros vilões e estão tentando roubar um totem sagrado dos indios. Os cowboys vem em dois tipos: um usa seu revolver para dar coronhadas (eles não sabem usá-las. Sério) e outro atira bombas, que como as pedras vistas no primeiro capítulo, são perigosíssimas. O verdadeiro vilão é o xerife que havia aparecido no começo do capítulo e os heróis o enfrentam com a ajuda dos dois chefes anteriores. É uma fase bacana.

Eu não esperava reviravoltas de um jogo sem enredo como este. Pena que como nos capítulos anteriores, não há final para a historinha.

…E antes que eu me esqueça, para terminar o post eu gostaria de lhes informar sobre onde o jogo SE JOGA. Anotem aí, as frases de sabedoria do guarda com quem temos que conversar para começar uma missão:

“Desculpe, sou casado. Gostaria de ter conhecido você antes.”
“Vestir as calcinhas dos oblins é bom para a estamina, ainda que pareça nojento.”
“Acho que temos nos visto demais recentemente.”
“Pare de tocar meu………!”
“Algum problema? Ou está interessado em mim?”

…Lembrem-se, crianças: não há nada mais legal do que ser abraçado por alguém que vocês gostem, mas se uma pessoa lhe toca em um lugar ou de uma maneira que os façam se sentir desconfortáveis, isso não é bom. São os seus corpos e ninguém tem o direito de lhes tocar se vocês não quiserem. Então o que fazer? Primeiro vocês dizem “NÂO!” e então vocês dão o fora daí! …Mais importante, vocês devem conversar com alguém em que confie, como seus pais, professores ou policiais.

Agora vocês sabem. E saber é metade da batalha.

E vão indo que eu não vou. Eu vou…

…Pra praia.

  1. 23 de julho de 2011 às 1:12 AM

    ou cara eu ñ sei se esse jogo é online se for responde ai vlw

    • 23 de julho de 2011 às 2:59 AM

      É online e requer um perfil no Facebook. Mas não é MMORPG.

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