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(Review – PC) The Indie Game Legend

Título: The Indie Game Legend
Console: PC
Criado por: Paul Hubans
Lançado em: 02/03/2011

>>Introdução>>>>>
The Guardian Legend/Guardic Gaiden do NES é um jogo que não fez sucesso em sua época mas hoje é bem querido pelos retrogamers.

Enquanto que o Guardic original do MSX era um shoot ‘em up dividido por telas e rounds, o Gaiden mistura shoot ‘em up e ação num overworld em estilo Zelda, onde é preciso procurar chefes, comprar items do Randar (mascote da Compile) e buscar novas fases de shoot ‘em up para abrir novas áreas no overworld.

O jogo é bom, mas ainda não joguei muito dele. O que eu vim mostrar a vocês hoje é um jogo indie lançado no mês passado que é baseado em TGL.

>>Sobre o Jogo>>>>>
O título do jogo é The Indie Game Legend. Seu enredo conta que vários desenvolverdores indie as hell de games como o cactus (Clean Asia!, Mondo Agency), Phil Fish (Super Hypercube, Fez), Arthur Lee (The Underside, Streemerz) e Derek Yu, a “face dos jogos indie” (Eternal Daughter, Spelunky) foram sequestrados e levados a uma espaçonave alienígena.

No controle dum soldado de armadura azul (cuja identidade nunca é revelada), devemos salvar todos os indies e descobrir quem foi que os prendeu.

Exceto por um pequeno trecho no final, The Indie Game Legend não tem nenhuma fase de shoot ‘em up. Felizmente, seu gameplay a pé é muito bom.

O jogo é dividido em 5 setores. Para abrir as portas que levam aos outros setores, temos que encontrar os indies, que geralmente estão presos com os chefes e para lutar com os chefes, temos de encontrar os disquetes espalhados pelo setor para usá-los numa sala com um computador, que então abrirá a sala do chefe.

Os caminhos até os disquetes tem vários puzzles de empurrar blocos, andar por salas escuras, colocar códigos e enfrentar grupos de inimigos em salas trancadas. Nada muito complicado se prestar atenção nas dicas dadas pelos indies e por detalhes nos cenários.

Para ajudar a derrotar os inimigos, há vários tipos de armas que aparecem no decorrer do jogo, como rajadas mais rápidas, tiros que se espalham e tiros que rebatem nas coisas (esse me pareceu ser o mais útil). Essas armas também tem utilidade nos puzzles. Por exemplo, há um laser que atravessa explosivos sem detoná-los e um tiro que explode e ilumina a escuridão por um instante.

As armas gastam munição. Se ela acaba, a arma volta ao seu estado original. Recuperar munição não é muito difícil, mas contra os últimos chefes ela tem de ser gasta com cuidado.

Em alguns pontos do jogo, encontramos um velho conhecido dos jogos da Compile: o Randar (que os gringos chamam de Blue Lander e o Solo Player de CRIATURA), mascote que apareceu em vários shoot’em ups da empresa, geralmente como powerup e até teve seus próprios jogos.

No TGL ele nos vendia armas. Aqui ele nos dá powerups de graça, mas só é possível escolher um por sala. Um dos powerups aumenta o limite de munição, o segundo lhe dá mais um HP e o terceiro torna o guerreiro mais rápido.

Há também uma sala especial cuja localização é descrita no manual. Ela só aparece na parte final do jogo e contém um ícone do Randar que maximiza todas as suas habilidades.

O jogo usa o mouse para mirar tiros em todas as direções e o botão esquerdo para atirar. Eu tive muita dificuldade em certas telas porque uso touchpad, mas vocês que usam mouse não deverão ter problemas. É bom poder se afastar de inimigos sem parar de acertá-los.

O botão direito desliga/liga a arma especial equipada caso precise dela ou não e barra de espaço pausa e abre a tela com o mapa e a lista de armas, tal como no TGL.

E falando em mapa, ele sempre aparece no canto do HUD como em Metroid, o que é sempre bom.

Os gráficos do jogo são bonitos e as músicas são boas, especialmente a da Abertura, a do Setor 5 (Burning Vault) e as dos chefes (normal, semi-final e final).

O jogo deve ter cerca de uma hora de duração, no mínimo. Ele chega a ser bastante difícil as vezes, por causa de chefes e formações de inimigos complicadas e save points que só voltam a funcionar depois de usados se você se afastar bastante deles.

Enfim, TIGL é ótimo e eu não tenho nada de mal para falar dele, fora que há uns bugs que atrapalham no chefe final e que a parte shoot ‘em up poderia ter sido melhor aproveitada.

E eu queria mais do que um save slot… =(

Mas relevemos. Quem for fã do The Guardian Legend ou quiser jogar um bom game no estilo Zelda, baixem e Boa Sorte!

>>Download>>>>>
http://phubans.wordpress.com/2011/03/02/indie-game-legend-released/

  1. 11 de abril de 2011 às 1:10 AM

    Bacana o jogo, você sabe que sou fã de carteirinha do The Guardian Legend, vou testar o jogo e dependendo vou atualizar o perfil da criatura nos Strikers do meu blog, o bicho arrumou outro emprego e nem tô sabendo, será que tem outra frase de efeito (Good Luck) que posso aproveitar? Vou descobrir nos próximos 15 dias…

  1. 27 de junho de 2011 às 2:11 AM

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