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(Review – PC) Hero Core

24 de junho de 2010 Deixe um comentário


Introdução:
Hero Core é um jogo de ação lançado em 2010 pela Remar Games (De Iji e Retrobattle) que continua a história da eterna guerra entre Flip Hero e Cruiser Tetron contada no Hero original lançado em 2005.

Sobre o Jogo:
Hero Core expande e melhora todas as características de seu antecessor. É um jogo de shoot’em up cujas fases são interligadas como em Metroid. Flip Hero deve explorar a base de Tetron em busca dos chefes, que quando derrotados aumentam o poder das armas e a defesa do herói.

Apesar de algumas passagens estarem bloqueadas por blocos que só podem ser destruídos por uma arma que Flip não possui desde o início, há bastante liberdade para procurar outras rotas e assim prosseguir pelo jogo numa ordem bem diferente da recomendada pelo mapa. Raios, é possível até ir direto ao Cruiser Tetron sem ter derrotado nenhum outro chefe!

No jogo, Flip pode usar duas armas, que são uma pistola, que começa fraca e uma espada, que começa quebrada. Quando a pistola chega até sua forma mais forte, passa a causar dano dobrado nos inimigos. Ela também possui um modo autofire que curiosamente, só é revelado no modo Boss Rush! A espada, quando consertada, pode quebrar os blocos de barro que bloqueiam certas passagens, e também canos a partir do nível 2. Ela é pouco útil em combate, mas pode ser usada para bloquear projéteis e derrotar mais facilmente alguns chefes. As armas não podem ser usadas se Flip estiver sobreaquecido, o que ocorre quando ele passa por dentro de lava ou é atingido por certos ataques. Alguns upgrades deixados por chefes eventualmente o tornarão imune a isso.

A jogabilidade do jogo é simples e bem explicada pelo jogo. Setas movem o Flip, Z atira para um lado, X pro outro, e a barra de espaço liga o autofire. A tecla Enter faz aparecer um mapa que marca os lugares já explorados e a localização do próximo chefe, enquanto a tecla Esc ativa o menu de opções.

O jogo tem uma boa variedade de inimigos. Alguns são bem fracos, sendo uma perda de tempo lutar com eles. Já outros enchem a tela de tiros e demoram a morrer. Em algumas telas, é necessário matar todos os inimigos para poder desbloquear uma porta e às vezes, a própria porta é o inimigo que deve ser destruido!

Também existem vários chefes legais no jogo. Alguns, como o primeiro, remetem a Gradius pois é necessário destruir seu núcleo que é protegido por algumas barreiras. Um dos chefes é um enorme robô que deve ser destruido por dentro enquanto vários círculos de tiros voam pela tela. Outro chefe legal é um pequeno robô que cria uma série de capangas e então passa a usá-los como escudos e projéteis enquanto procura confundir o jogador, misturando-se no meio deles! Curiosamente, alguns chefes tornam-se mais faceis conforme são feridos.

O jogo tem gráficos simples em preto e branco. Apesar dessa simplicidade, o jogo é cheio de pequenos detalhes que diferenciam bem cada área do jogo, como os vários inimigos desativados, plantas e blocos que só aparecem em certas telas.
As músicas retro também são boas de se ouvir, especialmente a que toca durante as batalhas contra os chefes.

Em questão de dificuldade, Hero Core é um jogo muito difícil em alguns momentos, mas é geralmente uma dificuldade justa. O Flip não morre mais num tiro só como no original, mas infelizmente, o tempo em que ele “pisca” ao ser atingido é muito curto, e é comum ser atingido por um tiro atras do outro nas telas mais complicadas. O pior é que Flip não pode atirar enquanto está piscando, mesmo que não esteja sobreaquecido. Quando Flip explode, ele é transportado ao último save point visitado, sem perder nenhum progresso feito. Também é possível se transportar para qualquer save point já visitado a qualquer hora ao segurar os dois botões de tiro por alguns instantes.

Hero Core é um jogo curto, que pode ser terminado em uma hora, ou até em menos de dez minutos dependendo do caminho escolhido, apesar de que o final “bom” do jogo só aparece ao adquirir uma série de itens espalhados pelo jogo.
Porém, o jogo tem vários extras e segredos que aumentam o fator replay. O modo Hard, por exemplo, não só é mais difícil como também tem level design completamente diferente do modo Normal. Também existem outros modos como Boss Rushes, um mundo infinito e uma dificuldade extra, que novamente é uma fase inteiramente nova.

Concluindo, Hero Core é um dos melhores freewares do ano, sem dúvida. O primeiro Hero era repetitivo, frustante e um tanto confuso. Hero Core não. Recomendadissimo.

Baixem o jogo aqui:
http://www.remar.se/daniel/herocore.php

Categorias:Games, Indie, Reviews Tags:,

Mangás do Sonic finalmente serão traduzidos!

24 de junho de 2010 2 comentários


Pois é, você não leu errado. Existem mesmo mangás oficiais do Sonic, apesar de que nenhum deles foi lançado no ocidente e jamais foram traduzidos por fãs…
…Até agora!

Segue abaixo o anúncio feito por Yuski, criador de XDragoon, lá no Fórum portal Sonic:

Esse é o meu presente e do Jim Eriksson (o revisor de inglês do XDragoon)

Sonic the Hedgehog Manga

Desde o ano passado, Jim estava adquirindo mangás do Sonic da era clássica de 1992, que nunca foram encadernados, precisando comprar assim as antologias. Como ajuda, por que ele gastou um valor absurdo com esses mangás, eu contribui um pouco e pedi comissões no deviantArt conseguindo arrecadar um pouco mais que 300 dólares – mas que é um valor risório perto do que ele gastou.

E no final, XSonic cedeu espaço no Portal Sonic para tal material raro, que terá uma página liberada todos os dias e já traduzidos para o inglês! (Futuramente, eu mesmo tenho planos de passar para o Português)

Começando pelo mangá Sonic the Hedgehog Story Comic Volume 1, o primeiríssimo mangá do Sonic, lançado [b]um pouco antes[/b] do game. Todos os dias serão liberadas uma página. Eles está fazendo isso para ganhar mais tempo possível para encontrar mais histórias. Após esse mangá ser terminado, teremos:

Sonic the Hedgehog: O mangá seriado do Sonic, que durou um ano nas revistas da Shogakukan. Este mangá, Nikki, um ouriço perdedor, recebe os poderes de deus e vira o lendário Sonic! Comédia.
Sonic no Daibouken: O terceiro mangá oficial, que temos poucas informações, mas 3 capítulos garantidos!

Terminado esses mangás também teremos a era atual com:

Dash & Spin CHOSUKU Sonic: O mangá mais insano da franquia e um dos mais hilários que foi publicado na revista Coro Coro Comics Special Line Up de 2002 até 2005 rendendo 2 volumes encadernados
[Nome do Jogo] Sonic the Hedgehog: E o mangá atual sendo lançado na Dengeki DS! começou com “Sonic Unleashed”, depois “Sonic and the Black Knight” e mais recentemente “Sonic Chronicles” e que em breve entrará no arco de Sonic Colors. Esse aqui, eu mesmo estou adquirindo. 😉

Espero que gostem!

Só há duas páginas disponiveis até agora e tá tudo em inglês, mas mesmo assim é muito bom ter certeza de que esses quadrinhos não se perderão nas areias do tempo.

Aqui vai o link de novo:
http://manga.portalsonic.com/

(Review – PC) Lyle in Cube Sector

24 de junho de 2010 Deixe um comentário

Review: Lyle in Cube Sector
Console: PC
Produtora: BogoSoft
Lançamento: 2007
Jogadores: 1

Um clássico jogo indie de ação-exploração com gráficos retro sobre um cara que busca encontrar seu gato de estimação que foi sequestrado.

Sobre o Jogo:
Lyle é um jogo de ação no estilo dos Metroids e Castlevanias. Vocês sabem, um grande mundo formado por diversas áreas ligadas entre sí. O jogador deve explorar essas áreas em busca de itens que permitem a exploração de outras áreas antes inacessíveis.
Lyle começa o jogo só sabendo andar e pular. Após explorar um pouco, desviando dos inimigos no caminho, ele encontrará sua principal habilidade, que é carregar os blocos espalhados pelas fases, assim podendo joga-los em cima dos monstros. Logo, ele poderá usar os blocos como pulo duplo, e até materializar seus próprios blocos.
Outros itens à serem encontrados são as esferas que extendem o HP máximo e as esferas que aumentam os poderes de Lyle (essas últimas são obrigatórias para se chegar ao fim). As esferas encontram-se escondidas sob blocos amarelos, então lembre-se de revirar todo bloco amarelo que localizar. Outras são conquistadas de maneiras diferentes, portanto mantenha-se atento à detalhes estranhos nos cenários.
A jogabilidade do jogo é fácil e perfeita, assim como os gráficos no estilo NES, e as músicas usadas. O jogo pode ser considerado bastante difícil, pois os ataques de Lyle, pela maior parte da aventura, são muito limitados, e certas áreas estão cheias de inimigos dando tiros, ficando fácil morrer constantemente nessas áreas. Felizmente, o jogo salva automaticamente qualquer progresso que tenha sido feito.
Tal como em La-Mulana, a dificuldade fica reduzida quando Lyle conquista a habilidade de pular várias vezes seguidas e alguns HPs a mais. Não que isso deixe o jogo extremamente fácil ou menos divertido.
O jogo pode ser terminado em um dia, e certamente vale o tempo gasto. Recomendadissimo.

Link:
http://www.create-games.com/download.asp?id=5939

19 Anos de Sonic the Hedgehog.

23 de junho de 2010 Deixe um comentário

Parabéns… Para a minha irmã Arícia que também faz aniversário hoje.
Quanto ao Sonic, espero que a Sega pare de sacanagem e comece a trabalhar direito no Sonic 4 e no Colors. Afinal, se a Sega realmente soubesse o que está fazendo, nem teria precisado atrasar o lançamento do 4.

E aqui vão algumas retronotícias relacionadas ao azulão:

-Começou lá no Portal Sonic o projeto de tradução dos primeiros mangás da série. Todo dia será postada uma página nova (em inglês).

Link:
http://manga.portalsonic.com/


-Olhem só essa estatueta FODÁSTICA do Super Sonic de Sonic 2.
Será lançada em 2011 pela First 4 Figures… Por 139 “reais americanos”.
…Afff…

Link:
http://tomopop.com/first-4-figures-says-make-way-for-super-sonic-13055.phtml

É, aniversário do carinha que conheci há 18 anos atrás. É o tipo de coisa que me faz sentir velho…