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(Review – NES) Joy Mecha Fight


Lá pelos idos de 91, a Capcom lançou o seu clássico Street Fighter II, e logo começava a portá-lo para o Mega Drive e o SNES. Logo vieram outras empresas com seus próprios jogos de luta para competir com a Capcom. O NES, porém, não tinha poder suficiente para replicar a experiência dos arcades. Algumas companhias, e vários piratas, tentaram criar jogos de luta para o NES, e a grande maioria fracassou miseravelmente.

Joy Mecha Fight, o primeiro jogo de luta convencional criado pela Nintendo, foi uma das exceções à essa regra. Infelizmente, o jogo ficou exclusivo ao Japão e acabou caindo no esquecimento…

RORIUGUI!!


O jogo tem um total de 36 personagens jogáveis, um número só superado por jogos recentes como os de animê e da série The King of Fighters. Como isso é possível no NES? Bem, acontece que cada personagem é formado por um conjunto de sprites, como seria feito anos depois no Rayman, ou no Ballz 3D (a diferença é que Ballz 3D é uma tranqueira). Isso deixa os personagens grandões e cotorna as limitações do NES ao mesmo tempo. Além disso, os personagens acabam sendo animados de forma bem lisa.

O enredo do jogo, mostrado no Story Mode, é claramente tirado de Mega Man: dois inventores, Little Ermin e Ivan Warner, trabalhavam juntos criando robôs. Um dia Ivan desaparece e todos os robôs, exceto o comediante Sukapon, são roubados. Ivan aparece endoidado na televisão e anuncia os seus planos de dominação mundial. Sukapon é então reprogramado por Ermin e enviado para capturar os outros robôs.

Cada partida no jogo tem um máximo de 5 rounds, e o vencedor recupera um pouco de HP a cada nocaute. Um problema no sistema de luta é que as arenas não tem limites e tampouco há um limite de tempo, logo, é possível ficar enrolando nas lutas.

Os controles são bem simples. Felizmente, não é necessário usar as diagonais do D-pad, mas mesmo assim existem vários golpes disponíveis para cada personagem. Uma técnica única no gênero disponível para alguns personagens é disparar um projétil e então apertar o botão de ataque quando ele acerta o oponente, para tirar mais energia.

Existe um tutorial para cada personagem, que ensina os movimentos básicos, embora existam diversos movimentos e variações secretas não descritas nele.

Um dos poucos problemas em JMF é o último grupo de personagens do jogo, que são versões mais fortes do 8 primeiros e por isso acabam deixando-os obsoletos. Fora isso, JMF é um jogo excelente e simples de jogar. Há também uma tradução para a ROM na internet.

Site com os movesets dos personagens:
http://www.geocities.jp/achilleus_14/joyw1.html

Video de gameplay:

*Algumas das imagens foram tiradas da HG101 porque eu tava com preguiça de fazer screenshots.

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