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Archive for janeiro \28\UTC 2010

Indie: Ultimate Grid Movement

28 de janeiro de 2010 Deixe um comentário

Há alguns dias, kksonwhowho postou lá na Daily Click uma engine de “movimento em grid” (Ex: Final Fantasy; Pokémon) toda comentada e com NPCs e inimigos pré-prontos, para o Multimedia Fusion 2.
Pra quem usa o MMF2 e tem dúvidas em como criar esse tipo de jogo, fica aí a dica.

Link:
http://www.create-games.com/download.asp?id=8060

(Review – Master System) Galactic Protector

26 de janeiro de 2010 Deixe um comentário


Galactic Protector é um… Arena Shooter? …Que é um dos jogos que usa o controle Paddle do Master System.
No jogo, o jogador controla uma nave um tanto parecida com o Opa-Opa de Fantasy Zone, e deve proteger 3 planetas contra detritos espaciais. Os detritos orbitam o planeta e caso não sajam destruidos, eventualmente cairão em cima dele. Se o planeta for destruido, o jogo acaba instantaneamente, mesmo que ainda existissem vidas sobrando – e não há continues. Durante o jogo, aparecerão alguns power ups que são de grande ajuda para passar as fases (aparentemente, são 25).

Será que o jogo se passa em 2012?


O jogo tem gráficos bacanas, apesar do background ser sempre o mesmo. Os planetas tem várias expressões faciais, que vão mudando conforme o desepenho do jogador.
O jogo pode ser jogado em dupla para facilitar um pouco mais, e provavelmente o jogo deve ser mais divertido assim. Infelizmente, não consegui testar isso aqui, pois o emulador começou a dar problemas ao jogar o jogo em 2P…

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(Review – PC) Catscan

25 de janeiro de 2010 Deixe um comentário

“You lose! Did you see Vader?”
-Tela de game over de Catscan

Título: Catscan
Console: PC
Criado por: Lukas Hägg
Lançado em: 25/11/2009


Catscan é um minigame em que um inspetor de bagagens, que é um gato, deve verificar o conteúdo das bagagens enquanto passam pela esteira e jogar coisas estranhas (qualquer coisa) fora.

O jogador ganha 100 pontos para cada objeto coletado e perde 50 toda vez que algum deles entra dentro da máquina à direita.

O jogo se torna cada vez mais rápido conforme o tempo passa e acaba quando o gatinho cai dentro da máquina no canto da tela, geralmente por ter sido empurrado pelas caixas.

E ele é praticamente absorvido por elas, pois nas velocidades mais altas, a colisão dá pau e o carinha gruda dentro do sprite das caixas.
Quando isso acontece é preciso segurar pra esquerda e pular sem parar para se soltar, antes que o pior aconteça.

Baixem o game aqui:
http://www.create-games.com/download.asp?id=8007

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(Indie) Sonic Fusion

24 de janeiro de 2010 Deixe um comentário


Sonic Fusion é mais um fan game que está em desenvolvimento desde… Sei lá há quanto tempo (Não que eu tenha moral pra reclamar). Mas vejo que o jogo tem progredido bastante. Gosto de como o Knuckles pode lançar inimigos em cima de outros inimigos, sem precisar parar de se mover.
Acima, vídeo sobre as abilidades dos personagens. Abaixo, o vídeo de gameplay mais recente.

(Review – NES) Joy Mecha Fight

22 de janeiro de 2010 Deixe um comentário


Lá pelos idos de 91, a Capcom lançou o seu clássico Street Fighter II, e logo começava a portá-lo para o Mega Drive e o SNES. Logo vieram outras empresas com seus próprios jogos de luta para competir com a Capcom. O NES, porém, não tinha poder suficiente para replicar a experiência dos arcades. Algumas companhias, e vários piratas, tentaram criar jogos de luta para o NES, e a grande maioria fracassou miseravelmente.

Joy Mecha Fight, o primeiro jogo de luta convencional criado pela Nintendo, foi uma das exceções à essa regra. Infelizmente, o jogo ficou exclusivo ao Japão e acabou caindo no esquecimento…

RORIUGUI!!


O jogo tem um total de 36 personagens jogáveis, um número só superado por jogos recentes como os de animê e da série The King of Fighters. Como isso é possível no NES? Bem, acontece que cada personagem é formado por um conjunto de sprites, como seria feito anos depois no Rayman, ou no Ballz 3D (a diferença é que Ballz 3D é uma tranqueira). Isso deixa os personagens grandões e cotorna as limitações do NES ao mesmo tempo. Além disso, os personagens acabam sendo animados de forma bem lisa.

O enredo do jogo, mostrado no Story Mode, é claramente tirado de Mega Man: dois inventores, Little Ermin e Ivan Warner, trabalhavam juntos criando robôs. Um dia Ivan desaparece e todos os robôs, exceto o comediante Sukapon, são roubados. Ivan aparece endoidado na televisão e anuncia os seus planos de dominação mundial. Sukapon é então reprogramado por Ermin e enviado para capturar os outros robôs.

Cada partida no jogo tem um máximo de 5 rounds, e o vencedor recupera um pouco de HP a cada nocaute. Um problema no sistema de luta é que as arenas não tem limites e tampouco há um limite de tempo, logo, é possível ficar enrolando nas lutas.

Os controles são bem simples. Felizmente, não é necessário usar as diagonais do D-pad, mas mesmo assim existem vários golpes disponíveis para cada personagem. Uma técnica única no gênero disponível para alguns personagens é disparar um projétil e então apertar o botão de ataque quando ele acerta o oponente, para tirar mais energia.

Existe um tutorial para cada personagem, que ensina os movimentos básicos, embora existam diversos movimentos e variações secretas não descritas nele.

Um dos poucos problemas em JMF é o último grupo de personagens do jogo, que são versões mais fortes do 8 primeiros e por isso acabam deixando-os obsoletos. Fora isso, JMF é um jogo excelente e simples de jogar. Há também uma tradução para a ROM na internet.

Site com os movesets dos personagens:
http://www.geocities.jp/achilleus_14/joyw1.html

Video de gameplay:

*Algumas das imagens foram tiradas da HG101 porque eu tava com preguiça de fazer screenshots.

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