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(Review – Mega Drive) Super Mario World

6 de setembro de 2010 2 comentários

Ao procurar informações sobre o Squirrel King do Mega Drive, descobri que hackers modificaram os gráficos do jogo para transformá-lo num Super Mario Bros. perna-de-pau.
Resolvi dar uma olhada depois que um tal de Rodrigo Shin me mandou um link para a rom.
Darei minhas impressões sobre o jogo logo abaixo, mas antes leia a análise do SK que postei anteriormente aqui no blog, caso ainda não tenha lido.

Ao ligar o jogo, aparece uma pequena abertura com o Mario e o Luigi, que na verdade é um recolor verde do Mario. A tela-título apresenta o jogo como “Super Mario World”… Mas a tela de seleção de personagens nos diz que o jogo é chamado “Super Mario Bros.”… Aliás, nem é uma tela para se escolher entre o Mario e o Luigi, mas sim uma tela para escolher se vamos ou não jogar o jogo com um colega.

O jogo tem a mesma jogabilidade do Squirrel King… Ou devo dizer, a mesma jogabilidade de Chip and Dale do NES. Isso quer dizer que o Mario tem que arremessar caixas nos inimigos ao invés de pular em cima deles. E eu acredito que tirar do Mario a habilidade do bigodudo de esmagar seus inimigos é como tirar a habilidade de rolar do Sonic… O jogo se torna não um jogo do Mario, mas sim um jogo com o Mario. Bem que podiam ter feito essa modificação no jogo, mas isso seria querer demais de um bando de piratas picaretas, não?

O estranho aqui neste hack é que apenas as duas primeiras fases do jogo foram modificadas. O resto continua igualzinho o Squirrel King original. …Sim, eu joguei o jogo até o final de novo. Pelo menos não é tão longo.
Essas duas fases são divididas em três partes cada. A segunda parte da 1ª fase é uma fase de montanhas e a da 2ª fase é uma fase subterrânea. Em ambas, a terceira parte é um dos castelos do bowser. A música Overworld do primeiro Super Mario Bros. toca em todos esses cenários. As duas batalhas contra o Bowser são uma modificação do segundo chefe de Squirrel King, e a música dessa parte não foi alterada.
Os level designs até que são bons. Bem, boa parte é baseada nas fases oficiais, afinal. O chato aqui são os inúmeros Paratroopas que voam feito Medusa Heads pelas fases. Não há caixas suficientes para lidar com todos eles.

Os gráficos das duas fases são agradáveis. O problema é o Luigi recolor do Mario (note que o Teco não era recolor do Tico no SK.) e certos tiles das fases que são muito pequenos em comparação ao sprite do Mario.

Quando ao som, o tema de SMB é a única coisa nova aqui e soa legalzinho.

Agora, alguns detalhes que eu deixei escapar na análise do Squirrel King:
-A barra de energia dos personagens tem 5 corações ao contrário dos 3 que o Tico e o Teco tinham em seus jogos, e items para recuperar energia e ganhar vidas aparecem mais ou menos com frequência, tornando o jogo meio fácil.
-Há um item relógio que paraliza os inimigos por alguns segundos, e um frasco vermelho que tira energia.
-No modo multiplayer, os personagens podem segurar um ao outro, e embora não possam se usar como armas, o personagem que está sendo carregado é invencível. O proplema é que se o carregador morrer, o carregado morre junto, caindo pra fora da tela como se fosse mesmo uma caixa.
-Até que as fases não são tão cheias de buracos como eu disse antes. Mas quando aparecem…
-A música da fase do cemitério é uma das músicas de O Rei Leão, aquela cantada pelo Scar.

Enfim, o Squirrel King era um clone mal-feito de 7 fases. Este “Super Mario World” é só um hack besta com só duas fases termimadas feito por piratas sacanas para enganar criancinhas ao redor do mundo.
Fiquem alertas, molecada que lê o blog (?) e fica me xingando por eu não gostar dos jogos novos do Sonic: Ao contrário de Pokémon para Sega Pico, Mario pra Mega Drive não ecziste! Sonic pra SNES também não!

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