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Diário de Spiral Knights #2
Status:
-Atualmente no Tier 2.
-Arma 4 Estrelas: Ascended Calibur.
-Rank 5-X no modo de missões.

Depois de uma épica, mas sofrida vitória contra os Roarmulus Twins, fiquei um longo tempo sem jogar Spiral Knights por causa do péssimo frame rate que eu tinha, que atrapalhava não só a mim como também todos que estivessem na mesma equipe que eu. Atualmente eu tenho netbook e conexão novos e testei o jogo, verificando que não houveram muitas melhoras. Mas descobri que implementaram algumas coisas sobre as quais vale a pena comentar aqui.
O jogo agora tem um modo de história, dividido em várias missões que geralmente pedem para passar por duas fases ou ter certos items e ensinam sobre cada grupo de inimigos do jogo. Há também missões extras que mudam diariamente e uma que deve ser comprada com dinheiro real.

O prólogo foi refeito e agora tem chefe, mas como estava bloqueado para meu personagem, criei outro pelo Steam para jogar essa parte e também para ver como é o equipamento bônus do Metal Sonic. O erro aqui é que eu devia ter deslogado e logado para transferir meu personagem pro Steam sem precisar criar um novo, para ter o cosplay de Metal no meu personagem primário. Por desgraça, o jogo não informa isso.
Depois acabei não vendo os items bônus de Team Fortress 2 porque fiz besteira no Depth 3 durante o modo normal de jogo e morri. O pior é que depois que passei do Depth 3, não consegui nada por causa de algum defeito do jogo.
Isto é o que eu tenho pra comentar até agora. Até mais. =T
Diário de Buddy Rush: Que diário?

…
Ah sim, eu tinha uma série de posts sobre as fases do Buddy Rush, não? Agora que eu finalmente consegui fazer o jogo rodar novamente, posso continuar de onde parei.
Depois de Questern, meu Worrier foi pra Kanbucay, que é uma praia. A historinha ali é que os heróis encontram Bearnado, um dos chefes do capítulo 3, e decidem perseguí-lo.

Bearnado diz que está procurando um tesouro. Os heróis roubam um barco e vão atrás desse tesouro, mas descobrem que foram enganados e não há tesouro. Bearnardo é espancado após tentar emboscar os heróis, mas é salvo por Skully, uma das classes jogáveis.

Worrier e seus dois asseclas constroem um barco e saem da ilha. Eles descobrem que Skully está sendo chantageada para trabalhar com os vilões e decidem ajudar a irmã dela a salvá-la. Os guerreiros recuperam um diário, enfrentam um peixe-pirata doido na fase final e todos comemoram.

Duas das fases mais notáveis nesse capítulo foram as em que os personagens navegam num barco. O objetivo na primeira é pegar peixes e na segunda é chegar ao fim da fase. O barco não é exatamente legalzão de se controlar e sua velocidade depende do nível dos personagens, que também perdem HP conforme remam. Eu até que gostei dessas fases, mas elas dão pouco exp, só precisam ser jogadas duas vezes e podem se tornar um desastre caso um dos personagens capote.
A fase mais difícil foi a da emboscada, pois deve-se enfrentar MUITAS ondas de inimigos e entre eles estão vários pelicanos, que são os inimigos normais mais poderosos que apareceram até agora e marcam presença constante neste capítulo.
No próximo post eu tentarei contar sobre Oriac. Essa parte do jogo tá com um ritmo bem lento, exigindo level ups demais para destravar cada fase. Para piorar, essa fase é mais um deserto e uma reciclagem noturna do capítulo dois, ainda por cima.

Todavia, eu vou continuar jogando para poder ver os dois novos capítulos que instalaram recentemente.
O que eu joguei em 2011
Como sabem, há um mês o Ighor Henrique convidou os grandes retromans da blogsfera brasileira e este idiota aqui para comentar sobre os jogos que jogamos durante 2011.
Então eu passei o mês inteiro andando em círculos como sempre, escrevendo alguma coisa quando a inspiração aparecia… e apagando tudo no dia seguinte. E quando chegou o momento do tudo ou nada, eis que uma tempestade terrível surge e mata minha internet!
E a cereja no bolo é que eu deixei o post agendado pro dia da meme sem ele estar pronto, como se houvesse a menor possibilidade de eu mudar e escrever algo sem atrasos!
Por sorte, o post não foi publicado automaticamente, talvez porque o WordPress considere “00:00″ como meia-noite.
Mas enfim, neste post eu tento me lembrar das coisas (geralmente freewares ou emuladas) que joguei em 2011 e comentar sobre elas. Eu tô devendo posts de reviews pra maioria… isto deve servir por enquanto.
-Wind and Water: Puzzle Battles (PC)

Este puzzle originalmente lançado para o Dreamcast e o GP2X foi portado gratuitamente para computadores no começo do ano. Para destruir blocos é preciso girar grupos para formar losangos de uma cor só. Há 3 mecânicas de combos que exigem muita velocidade nos dedos e nos olhos para marcar pontos.
O jogo tem um modo story bem longo com diversas missões, oportunidades para quebrar sequência, minigames e alguns segredos. Foi muito bacana ver um jogo deste calibre ser lançado de graça.
-Speedy Eggbert 2 (PC)

Speedy Eggbert é um jogo de plataforma que não é muito popular, mas que foi vendido a preço de banana neste país há alguns anos. Neste ano eu descobri que existe uma continuação, que eu logo conferi através de métodos ilegais.
Infelizmente, Speedy Eggbert 2 é um caso ruim de mais do mesmo, tanto que nem se importaram de trocar a trilha sonora. O bom é que o editor de fases continua lá, com novas gimmicks para galera se divertir.
-Streets of Rage Remake (PC)
Se dizem que Streets of Rage 2 é o melhor beat’em up já criado, então o que dizer de um fangame que funde a trilogia, trazendo todos os personagens, fases e ainda mais novidades? Eu acho que a terceira fase final é uma porcaria, mas tirando isso, SORR é perfeito.
E ainda bem que a Sega baniu o jogo tarde demais.
-”Manos” The Revenge of Torgo

Foi só quando The Revenge of Torgo foi lançado que eu consegui escrever o review do Mega Man Vs. Reirom. Consequentemente, acabarei atrasando o review de The Revenge of Torgo até o lançamento de Eldaiya.
Bem, Revenge of Torgo é um crossover de Splatterhouse com o filme trash “Manos” The Hands of Fate. Não é um kusoge como o MMVSRR mas ainda é bem doidão. É curto mas bem legal. Foi até divertido caçar os achievements!
-Psycho Waluigi (PC)

Waluigi é um personagem inútil da série Mario que só aparece nos spinoffs esportivos, mas é carismático e tem fãs. É pouco provável que a Nintendo crie um jogo pra ele, mas de qualquer forma, a aventura perfeita para o Mario Roxo já existe na forma deste fangame, Psycho Waluigi.
Com seus poderes psíquicos, Waluigi pode pegar e arremessar praticamente qualquer objeto e usar as habilidades de certos inimigos de forma semelhante ao Kirby. As fases são muito criativas e únicas e os chefes no final de cada capítulo são ótimos.
-Spiral Knights (PC)

Spiral Knights é um hack and slash online com jogabilidade semelhante aos Zeldas 2D. Apesar de certos limites e do level grinding extremo, o jogo é muito bom e divertido. Eu não tenho jogado muito porque meu netbook (e/ou minha conexão) roda o jogo com constantes e graves quedas de FPS, o que não prejudica apenas eu, mas também qualquer azarado que acabe na mesma equipe que eu (Como o HP inimigo depende do número de jogadores, toda a equipe tem de ser esperta.). Se você que está lendo isto tem uma máquina melhor do que a minha, recomendo fortemente este jogo.
-Quake (PC)
Quando eu era criança e ainda estava na primeira série, uma professora nos introduziu aos computadores para jogar Quake e nos tornar homicidas no futuro.
Há algumas semanas eu baixei uma cópia do Quake sem trilha sonora para jogar até o fim. É um joguinho bem perfeitão, não? É bem fácil e intuitívo de se jogar (nem tem botão de usar items/abrir portas), tem fases legais, um elenco interessante de inimigos e muitos segredos que fazem bom uso do level design e da habilidade de pular (que era inédita na época).
E a arte de speedrunning surgiu deste jogo. Uau.
-Power Shovel (PSX)
Zoiem só, algo na lista que não é de PC!
…Mas que eu joguei em emulador…
Power Shovel é um desses jogos japoneses com premissa única e pitoresca. No controle de um trator carregadeiro, é necessário pegar coisas com a pá ou destruir obstáculos. A jogabilidade é complexa e é fácil ficar sem entender como mover a máquina nas primeiras jogadas. O que complica mais é que o tempo para completar cada missão é curto e há várias formas de ser penalizado.
Além das várias missões há um simples editor de fases. É um jogo difícil, mas deveras interessante.
-Treasure Adventure Game (PC)

Treasure Adventure Game acabou de ser lançado para ajudar a fechar o ano indie freeware com chave de ouro. É um metroidvania bem grande e fantabuloso.
-Sonic Classic, Sonic Axiom e Sonic Before The Sequel (PC)

Hoje em dia a comunidade da série Sonic tem material pra criar fangames altamente fiéis a trilogia do Mega Drive, mas o problema é que levar um projeto até o fim é algo que poucos conseguem.

Sonic Classic, Axiom e Before The Sequel são os primeiros fangames completos e criados no Sonic Worlds. Os três tem seus altos e baixos, mas em geral são bem bacanas. Como cada criador tem uma visão diferente de level design e gráficos, os 3 jogos são bem distintos.
Lista gigante de blogs participantes da meme:
O Ácido Cinza
Marvox Brasil
Canal Primastart
Fórum Retro Games Brasil
Retroplayers
Gagá Games
Passagem Secreta
Blog do Kyo
Glstoque
Game Sênior
Cosmic Effect
Gamer Caduco
Sega Forever
The Twosday Code
Relíquias do Mame
Shugames
Meio Orc
Santuário do Mestre Ryu
Memórias de Um Lobo de Madeira
Olha Mãe Meu Blog de Video Games
Alforje
How Far You Can Get
Super Controle Podcast
Game Genius
Game Play Blog
Stage Bonus
Vão Jogar!
Museum dos Games
Blog Edi (FZ2D) Retro Reviews
(Review – Mega Drive) Pana Der Hejhog
Pana Der Hejhog! Ele é de graça! Ele é o maior!

Eu tenho deixado o blog parado demais enquanto arrumo coisas no Project Spikepig, por isso escreverei sobre este hack legalzinho de Sonic 1 feito pelo Markey Jester há um mês para tirar um pouco de poeira.

Markey Jester chegou com o hack na Sonic Retro dando a impressão de que era apenas um hack toscão fazendo graça com fancharacters, mas é só ver a abertura bacana com o tal do Pana fazendo paraquedismo para perceber a verdadeira qualidade do projeto.

Quando Pana chega ao solo, começa a fase Mystical Island, tropical, com mar e cachoeiras no fundo e um remix da Door Into Summer tocando. A jogabilidade é a de Sonic 1, sem Spin Dash e a qualidade das animações do protagonista é impressionante. Os movimentos dele são fluidos como os dos personagens que vemos nos Metal Slugs e Castlevanias.
Depois de uns 30 segundos de fase, Dr. Eggman aparece e começa a fazer alguma traquinagem no meio da tela. De repente tudo se torna congelado e o doutor desaparece. Nesta parte da fase o chão é escorregadio e a música é um remix da fase do Aqua Man de MM8.

No meio do caminho Pana encontra as bolas que foram um objeto abandonado da Green Hill. Este hack tem a melhor interpretação já feita desta gimmick. Pana deve pular na bola e rola-la sobre os perigosos rios congelados em alta velocidade enquanto pula por cima de obstáculos.

A bola também é importante durante a luta contra Eggman no final da fase, que é uma variação da luta na Spring Yard de Sonic 1. Pana deve desviar do espinho que Eggman derruba e acertá-lo quando ele desce para buscá-lo. O doutor tem 16 HP ao invés de 8, mas há uma apelação que facilita bastante a batalha: basta sempre deixar o Pana ao lado do espinho caido para acertar Eggman 4 vezes facilmente e sem mecher no direcional.

Depois da luta os créditos aparecem, mencionando outras celebridades romhackers da Sonic Retro. Fim. Fim mesmo, porque o Markey Jester disse que não vai ter como continuar o hack.

E eu ainda tô chateado pelo cancelamento do Brother Trouble.
…Enfim, o hack é bão. Vão jogar.
Tópico na Retro:
http://forums.sonicretro.org/index.php?showtopic=26314























